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O que explica a virada que levou Flávio Bolsonaro a empatar com Lula

Levantamento da AtlasIntel mostra o senador com 46,3% das intenções de voto contra 46,2% do petista, em um eventual segundo turno

Por Marcela Rahal Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 fev 2026, 13h05 • Atualizado em 25 fev 2026, 19h36
  • Uma nova pesquisa da AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira, 25, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA, o analista político do instituto Breno Oliveira detalhou os fatores que levaram a esse novo cenário.

    Segundo ele, a principal razão para o avanço de Flávio é a consolidação de seu nome como representante do bolsonarismo. Nas primeiras sondagens em que apareceu como possível candidato, o senador figurava atrás de outros nomes da direita. Com o tempo, porém, passou a concentrar esse eleitorado, à medida que se firmou como a opção mais viável do campo.

    O crescimento, de acordo com o analista, não ocorreu sobre eleitores de Lula, mas sobretudo sobre aqueles que cogitavam apoiar outros pré-candidatos da direita. Ao migrar para Flávio, esse contingente reduziu o espaço para candidaturas alternativas e fortaleceu a posição do senador no cenário de segundo turno.

    Breno ressaltou que tanto Lula quanto Flávio partem de um piso elevado de intenção de voto, mas enfrentam tetos baixos em razão da alta rejeição. Ambos lideram o ranking de políticos mais rejeitados na pesquisa, fator que limita o potencial de expansão. No caso do presidente, o analista afirmou que dificilmente ele ultrapassaria a marca de 50% dos votos válidos em um cenário competitivo.

    A dificuldade de uma terceira via também contribui para o empate. Como Lula e o bolsonarismo concentram parcelas expressivas do eleitorado e aparecem como candidaturas mais competitivas em seus respectivos campos, nomes ao centro ou à direita não alinhados ao bolsonarismo encontram espaço restrito para crescer.

    Breno apontou ainda a repercussão do desfile de carnaval na Sapucaí em que o presidente foi homenageado como possível fator de desgaste recente. As polêmicas associadas ao evento, afirmou, podem ter provocado desconforto em parte do eleitorado que vinha se aproximando do governo.

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