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Paes bate o martelo sobre disputa ao governo do Rio

Por enquanto, ele é o único pré-candidato definido na corrida pelo Palácio Guanabara

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Rayssa Motta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 jan 2026, 15h40 • Atualizado em 19 jan 2026, 15h42
  • O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), negou durante a última campanha que deixaria o comando do município para se candidatar a governador. Mas, no meio político fluminense, seu nome sempre foi dado como certo. Finalmente, agora, ele admite sua pré-candidatura. Inclusive, falou já estar em pré-campanha durante visitas neste final de semana a cidades do Norte e Noroeste do estado, onde o campo da direita é forte. Nesta segunda-feira, 19, ele realizou sua última reunião com o secretariado, anunciando que passará o bastão para o seu vice, Eduardo Cavaliere (PSD), no dia 20 de março. Por enquanto, Paes segue sozinho na briga pelo Palácio Guanabara diante da indefinição do grupo do governador Cláudio Castro e do senador Flávio Bolsonaro, ambos do PL.  “Eu não estarei disputando essa eleição indireta, eu vou disputar a eleição direta”, afirmou Paes, se referindo à chance de um mandato-tampão no governo se Castro sair para concorrer ao Senado.

    Paes também disse que ele e o PT estão “entendidos”. Na semana passada, ele esteve em Brasília com o presidente Lula para aparar arestas após críticas de Cavaliere ao partido. “A gente quer aliança com o Partido dos Trabalhadores, o presidente Lula é um aliado, nós estamos absolutamente entendidos. Não há dúvida nesse cenário eleitoral do meu apoio ao presidente Lula na sua eleição, não tem dúvida nenhuma do apoio dele a mim”, declarou, tratando também da eleição nacional. Paes, mais uma vez, dá sinais que tentará fugir da polarização. “O Rio de Janeiro precisa de união de forças. Eventualmente, nessas alianças pode até ter alguém que não concorde comigo, não vote na candidatura presidencial, porque eu acho que o que está provado aqui é que quando as pessoas automaticamente seguiram o voto nacional e transportaram essa decisão para o Rio de Janeiro a gente não foi muito bem sucedido. Talvez o exemplo mais clássico disso seja a candidatura que me derrotou em 2018, a candidatura do Witzel”, afirmou.

    A estratégia dele agora é “acelerar as entregas”, como afirma um integrante do seu núcleo duro, criticando as matemáticas políticas em andamento no grupo adversário. Há uma série de eventos com Paes planejados, como a inauguração das obras dos hospitais Cardoso Fontes e Anadaraí (que passaram do governo federal para o município) e o lançamento da operação da Força Municipal armada.  “Uma coisa muito ruim é acharem que a eleição só se ganha com as articulações políticas. A população decide o voto olhando para as entregas, e nosso time está focado nisso”, afirma um secretário de Paes.

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