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O STF ‘virou uma instituição política, e não jurídica’, diz líder da oposição na Câmara

Em live de VEJA, o deputado Zucco (PL-RS) criticou as penas aplicadas pela Corte a condenados pelo 8 de Janeiro

Por Redação Atualizado em 28 mar 2025, 13h06 - Publicado em 28 mar 2025, 08h57

O futuro político de Jair Bolsonaro depois de ter sido transformado em réu pelo STF foi tema da live de Os Três Poderes desta sexta, 28. O deputado Zucco (PL-RS), líder da oposição na Câmara, participou. O programa, transmitido em todos os canais de VEJA, teve apresentação do editor Ricardo Ferraz e comentários de Matheus Leitão, Ricardo Rangel e José Benedito da Silva.

Na entrevista, Zucco criticou as penas aplicadas aos condenados por participação nos atos do 8 de Janeiro e afirmou que cada um tem de responder “pelo que cometeu”, rejeitando a o posicionamento da PGR de que houve uma tentativa de golpe de Estado. “Temos que tratar quem depredou como quem depredou.” Zucco também criticou o STF e afirmou que a Corte virou uma “instituição política, e não jurídica”.

“O STF tem 12% de credibilidade da sociedade brasileira. É a instituição com menos credibilidade. Por quê? Porque virou uma instituição política, e não jurídica. Você tem André do Rap solto, traficantes, José Dirceu com as penas canceladas e tantos outros atores que prejudicam muito mais do que quem foi lá depredar e estão aí atuando na política nacional”, afirmou.

Futuro de Bolsonaro

O ex-presidente parece já ter o destino traçado rumo a uma dura condenação. Reportagem de capa de VEJA mostra como o capitão aposta suas fichas em uma batalha no campo da política para tentar reverter esse cenário que pode resultar em uma pena de até quarenta anos de prisão. E nessa cruzada, Alexandre de Moraes foi escolhido como o alvo principal.

Caso da vacina
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A Procuradoria-Geral da República pediu ao STF o arquivamento da investigação da Polícia Federal que apurava fraudes no cartão de vacina de Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid-19. O ex-presidente foi indiciado pela PF no caso pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação. A PGR, porém, apontou em seu pedido enviado ao Supremo a ‘ausência de elementos que justifiquem a responsabilização’ de Bolsonaro no episódio.

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