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Quem é e onde vive o porteiro do condomínio de Bolsonaro

Autor das declarações que envolveram o presidente no caso Marielle Franco, ele vive em uma área controlada pela milícia

Por Leandro Resende e Sofia Cerqueira
8 nov 2019, 06h02 • Atualizado em 8 nov 2019, 06h17
  • SOB HOLOFOTE – “Seu Alberto”: o condomínio preferiu afastá-lo do serviço até a poeira baixar
    SOB HOLOFOTE – “Seu Alberto”: o condomínio preferiu afastá-lo do serviço até a poeira baixar (Reginaldo Teixeira/.)

    O porteiro mais famoso do Brasil mora em um sobrado com o revestimento de concreto à mostra na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele se chama Alberto Jorge Ferreira Mateus e vive no bairro de Gardênia Azul, fincado em área dominada por milícias na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Leia a reportagem completa de VEJA.

    Alberto, ou Beto, como é conhecido pelos amigos e familiares, ficou famoso ainda sem nome na última semana de outubro, quando o Jornal Nacional divulgou seus depoimentos à Polícia Civil do Rio afirmando que no dia do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, um dos acusados pelo crime, o ex-policial militar Élcio Queiroz, parou na cancela do condomínio em que ele trabalha, o Vivendas da Barra.

    É o local onde vive o outro acusado do crime, Ronnie Lessa, e o presidente Jair Bolsonaro. À polícia, Beto contou que Queiroz disse que ia à casa 58, onde vive Bolsonaro, então candidato à Presidência. A versão caiu por terra em menos de 24 horas.

    VEJA localizou Alberto Mateus no fim da tarde de segunda 4. Assim que a reportagem se identificou, Mateus se limitou a responder: “Eu não estou podendo falar nada. Não posso falar nada.” Em seguida, virou as costas e fechou a porta.

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    Na rua da Gardênia Azul onde Alberto Mateus mora com a mulher há 32 anos e onde criou o casal de filhos, ninguém dá palpite sobre o motivo que o teria levado para o olho de um furacão. O bairro fica próxima à favela da Cidade de Deus e é reduto das milícias que atuam na Zona Oeste carioca. O local já estava no radar dos policiais que investigam o assassinato de Marielle porque há indícios de que um dos manda-chuvas ali seja justamente Ronnie Lessa, acusado de dar os tiros que mataram a vereadora.

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