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Coronavírus: Nova Zelândia completa 100 dias sem transmissão doméstica

Autoridades do país, no entanto, pedem que a população mantenha protocolos de higiene e façam testes para detectar a doença

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 ago 2020, 15h11 • Atualizado em 9 ago 2020, 15h25
  • A Nova Zelândia marcou 100 dias sem transmissão doméstica do novo coronavírus neste domingo, 9, mas alertou a população para que não abra mão de cuidados redobrados já que países como Vietnã e Austrália, que já tiveram o vírus sob controle, agora lutam contra o ressurgimento de infecções.

    A luta bem-sucedida da Nova Zelândia contra Covid-19 tornou a nação insular do Pacífico, com 5 milhões de habitantes, um dos lugares mais seguros do mundo atualmente.

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    Os neozelandeses voltaram à vida normal, mas as autoridades estão preocupadas com o comportamento de pessoas que recusam-se a fazer os testes para identificação do vírus, não usam os aplicativos de rastreamento de contatos lançadios pelo governo e chegam a ignorar as regras básicas de higiene.

    “Alcançar 100 dias sem transmissão para a comunidade é um marco significativo, no entanto, como todos sabemos, não podemos ser complacentes”, disse o diretor-geral de Saúde, Ashley Bloomfield.

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    “Vimos no exterior a rapidez com que o vírus pode ressurgir e se espalhar em lugares onde antes estava sob controle e precisamos estar preparados para eliminar rapidamente quaisquer casos futuros na Nova Zelândia”, disse.

    A Nova Zelândia tem 23 casos ativos em instalações de isolamento gerenciado e 1.219 diagnósticos confirmados da doença desde o início da pandemia.

    O Vietnã, que passou três meses sem detectar nenhuma transmissão doméstica, agora está correndo para controlar um novo surto na cidade costeira de Da Nang.

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    A segunda maior cidade da vizinha Austrália, Melbourne, está em um bloqueio de seis semanas devido a um aumento nos casos. A segunda onda de casos em Melbourne foi em grande parte resultado de falhas na quarentena.

    A Nova Zelândia aumentou na semana passada os testes em instalações de quarentena e clínicas e começou a trabalhar em tecnologia para rastrear pessoas usando a tecnologia bluetooth.

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    Jacinda Ardern, a atual primeira-ministra do país, deu início à sua campanha de reeleição no sábado, chamando-a de “eleição de Covid”.

    Um ressurgimento de casos devido ao cansaço da população ao manter regras de distanciamento e monitoramento, no entanto, poderia desencadear uma onda negativa à Jacinda e dar à oposição uma chance de voltar à disputa eleitoral.

    (Com Reuters)

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