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Pacientes de Manaus enviados para Teresina estão em área isolada

Nove pacientes da capital amazonense foram enviados ao Piauí nesta manhã; dois estão em UTI

Por Mariana Rosário Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jan 2021, 18h44 • Atualizado em 15 jan 2021, 18h52
  • Por conta do desabastecimento de oxigênio em Manaus, capital do Amazonas, fez se necessário transferir pacientes para outras regiões brasileiras. O primeiro grupo a sair do estado foi encaminhado ao Hospital Universitário em Teresina, capital do Piauí. Os nove pacientes chegaram ao estado por volta das 12h.

    De acordo com o presidente da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, Gilberto Albuquerque, esses pacientes estão em uma ala separada de outros pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário da ciadade. “Dois deles precisaram ser encaminhados à UTI, os outros cinco estão em leitos de enfermaria”, diz. De acordo com ele, o setor de pessoas infectadas com o novo coronavírus já é totalmente afastado de outras dependências do hospital, para evitar o contágio de outros pacientes. “Eles devem ficar no hospital por pelo menos cinco dias e farão os exames necessários”, diz Albuquerque.

    A separação dos outros pacientes, mesmo os com Covid-19, têm uma razão justificada: o receio de disseminação de uma nova variante da Covid-19 detectada na região e responsável por uma reinfecção do novo coronavírus no país, conforme confirmou o Ministério da Saúde.

    O translado de pacientes entre duas regiões, anda que absolutamente necessário neste momento, deve ser manejado com cautela, diz o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Julio Croda. “É preciso encontrar o equilíbrio em responder essa urgência de saúde, mas com todos os cuidados que evitem a transmissão dessa cepa, que é sim algo que inspira preocupação”, afirma o infectologista.

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    Algumas pesquisas preliminares apontam que a variante é mais transmissível, o que é mais preocupante diante de uma emergência de saúde pública. “O número de mortes aumenta exponencialmente quanto mais transmissível for a variação do vírus, portanto, é preciso fazer controle e monitoramento dessas transferências”, afirma o especialista.

    Nesta sexta-feira, 15, o Brasil chegou à média móvel de 953,3 mortes 53.804,7 casos da Covid-19.

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