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A surpreendente adaptação de ‘Assassin’s Creed Shadows’ para o Switch 2

Game eleito o segundo mais bonito de 2025 precisou passar por uma otimização para o console da Nintendo, mas resultado impressionou os críticos e jogadores

Por André Sollitto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 dez 2025, 18h27 • Atualizado em 15 dez 2025, 19h11
  • Embora tenha sido praticamente ignorado no The Game Awards, um dos principais prêmios do mercado de games, Assassin’s Creed Shadows é um grande jogo. Não apenas do ponto de vista estético – foi eleito o segundo game mais bonito de 2025 pelo site especializado em análises técnicas Digital Foundry, atrás apenas de Doom: Dark Ages -, mas pelo vasto cenário e pela reconstrução minuciosa do Japão feudal. Foi lançado para Xbox, PlayStation e PC com todas as tecnologias possíveis. Por isso, a adaptação para o Nintendo Switch 2, um equipamento com capacidade de processamento inferior ao Xbox Series S, por exemplo, foi um desafio. Mas o resultado da versão de AC Shadows para o hardware da Nintendo é surpreendente.

    “Trazer Shadows para o Switch 2 foi um dos desafios mais difíceis, mas também mais gratificantes que já enfrentei”, diz Bruno Champoux, programador do game, em entrevista publicada no blog da Ubisoft. “Tivemos que repensar quase tudo, desde a forma como o mundo é renderizado até como os sistemas interagem, tudo isso mantendo a essência do jogo intacta.”

    Do ponto de vista técnico, as otimizações feitas incluem redução de detalhes visuais (como menor qualidade de textura, distância de renderização e número de NPCs) e uso de upscaling por inteligência artificial (DLSS) para atingir uma taxa de quadros estável de 30 fps, além da adição de controles de toque específicos para o Switch nos menus.

    Adaptações foram feitas para reduzir detalhes, mas mantendo a essência do jogo
    Adaptações foram feitas para reduzir detalhes, mas mantendo a essência do jogo (Ubisoft/Divulgação)

    Na prática, isso significa que detalhes do mundo foram modificados. As vegetações, por exemplo, não são tão ricas quanto nas versões de consoles mais potentes. Ou elementos dos personagens, como texturas das roupas e cabelos. Mas a estética original foi preservada. Os efeitos de iluminação são impressionantes, bem como as animações. A versão portátil tem ainda menos detalhes, mas em ambas o jogo roda muito bem, mesmo nas cenas de batalha mais intensas. A experiência de jogar é prazerosa. 

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    Não é a primeira vez que a Ubisoft faz uma adaptação de um jogo dessa escala para o Switch 2. A versão de Star Wars Outlaws para o console da Nintendo foi igualmente elogiada pela maneira como conseguiu manter as qualidades do título original.

    Há alguns problemas menores de texturas e movimentos esquisitos dos NPCs. O pior acontece na versão plugada na televisão, em que é comum o jogo travar e reiniciar sem motivo. Isso não acontece na versão portátil. Mas os desenvolvedores já anunciaram que a próxima atualização, que será lançada no dia 17 de dezembro, deve corrigir isso, além de inserir novidades, como finalizações de combate diversas.

    Apesar das óbvias limitações tecnológicas, é surpreendente poder jogar um game de mundo aberto desse tamanho, que exige mais de 100 horas para que o jogador resolva tudo o que o Japão feudal tem a oferecer, em um console portátil. É um feito e tanto.

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