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Cavernas do Peruaçu é o primeiro parque com passeio em 3D

Visita virtual oferece sobrevoo com imagens de drone e imersão nas 10 grutas mais importantes do sítio arqueológico

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 mar 2025, 08h00

Local pré-histórico, com 250 cavernas, e inúmeros sítios arqueológicos milenares, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (nome indígena, que significa vala grande, devido aos canions) é uma região complexa e extensa, e até por isso difícil de ser desvendada até mesmo pelos mais experientes exploradores. Durante três anos, o fotógrafo Alexandre Lobo se dedicou a registrar as principais atrações da região, entre elas, pinturas rupestres com mais de 9 mil anos e a maior estalactite do mundo. Batizada de “perna da bailarina”, a estrutura rochosa que sai do teto da caverna em direção ao chão, tem praticamente o tamanho do Cristo Redentor, do Rio de Janeiro. Tudo isso encravado no meio do sertão do norte de Minas Gerais, cenário que inspirou Guimarães Rosa a escrever Grandes Sertões Veredas.

O trabalho incansável de Lobo foi a base para a construção do Projeto Peruaçu 3D, que acaba de ser inaugurado, com o objetivo de oferece um tour virtual pela região. Este é o primeiro parque a ser totalmente digitalizado no Brasil. Em um menu, o visitante tem acesso as dez principais cavernas, além de um sobrevoo proporcionado pelas imagens registradas por drones, que dão a verdadeira ideia do gigantismo da extensão do parque, que tem 56 448 hectares encravados no encontro das fronteiras dos municípios de Januária, Itacarambi e São João das Missões. A região é casa da tribo Xacriabá, formada por 8 mil indígenas, de 37 aldeias. A viagem virtual é uma forma de disponibilizar as riquezas ambientais principalmente ao turista que não está preparado para encarar um passeio tão rústico e por outro lado atrair quem nunca ouviu falar do local ou não tem ideia da grandeza da região.

Considerada uma Unidade de Conservação, desde 1999, apenas recentemente ganhou mais infraestrutura para o turismo. Tem trilhas bem marcadas, mirantes e passarelas de proteção de sítios arqueológicos. É possível fazer a visita à distância, pelo link disponibilizado aqui. Mas quem vai até o local, além de visitar algumas das atrações também tem a possibilidade de fazer uma imersão em uma sala especial que integra a experiência em 3D com óculos de realidade virtual.

Leia:

+https://beta-develop.veja.abril.com.br/ciencia/novas-descobertas-arqueologicas-trazem-revelacoes-sobre-regiao-amazonica

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+https://beta-develop.veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/o-que-equipe-do-museu-nacional-descobriu-em-missao-arqueologica-no-egito#google_vignette

 

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