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Meta amplia investimentos em energia nuclear nos EUA

A corrida por capacidade computacional leva as big techs a buscar fontes de energiamais estáveis e de baixa intermitência

Por Valéria França Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 jan 2026, 18h51 •
  • A Meta, controladora de plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp, acaba de se consolidar como uma das principais compradoras privadas de energia nuclear da história dos Estados Unidos. A empresa fechou acordos com a Vistra, a TerraPower e a Oklo que devem garantir até 6,6 gigawatts (GW) de capacidade nova e já existente até 2035. No ano passado, a companhia já havia firmado um contrato com a Constellation Energy, maior operadora de usinas nucleares do país.

    A demanda por eletricidade no setor de tecnologia cresce de forma acelerada, impulsionada pela expansão de data centers, serviços de computação em nuvem e aplicações de inteligência artificial, que exigem fornecimento contínuo e de alta confiabilidade.

    Nesse contexto, a Meta aposta na energia nuclear como forma de assegurar estabilidade energética e reduzir a dependência de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica. Os acordos abrangem tanto usinas nucleares em operação quanto projetos de nova geração. A Vistra atua na gestão de ativos nucleares tradicionais, enquanto a TerraPower e a Oklo estão associadas ao desenvolvimento de reatores avançados e de pequeno porte, conhecidos como SMRs (Small Modular Reactors) — uma alternativa mais flexível e potencialmente mais rápida de implantar do que as usinas nucleares convencionais, além de prometer ganhos em segurança e eficiência.

    Para a Meta, o movimento também está alinhado aos compromissos públicos de redução da pegada de carbono. A energia nuclear, embora envolta em controvérsias relacionadas ao descarte de resíduos radioativos e aos riscos operacionais, é considerada por muitos especialistas uma fonte estratégica por oferecer geração contínua em larga escala, sem emissões diretas de gases de efeito estufa.

    Reflexo no mercado

    A tendência é que concorrentes busquem soluções semelhantes. À medida que a corrida por capacidade computacional se intensifica, a disputa por fontes de energia estáveis e de baixa emissão se torna um dos principais desafios estratégicos das big techs — o que recoloca a energia nuclear no centro do debate sobre a transição energética e o futuro da infraestrutura digital.

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