O futuro da Venezuela depende de quem?
A editora de Mundo Denise Chrispim analisa a situação do país em meio a manifestações
O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, anunciou, na última terça-feira, que possuía apoio das Forças Armadas para derrubar o regime de Nicolás Maduro. Não demorou muito e a população foi chamada para se manifestar contra o governo. Para a editora de Mundo de Veja.com, Denise Chrispim, o que se percebe, após a mobilização, é que Guaidó foi abandonado pelos militares que diziam apoiá-lo. E uma possível prisão do maior líder da oposição Leopoldo López também não contribui para o chamado “Projeto Liberdade” do presidente autoproclamado.
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No entanto, Maduro fica cada vez mais fragilizado em meio a manifestações e sanções americanas, que podem tornar o regime “inviável”, segundo a editora. “Não há possibilidade de fazer uma transição sem que haja um acordo com garantia de que o ditador não seja perseguido, preso ou extraditado”, afirmou Denise.







