Quando estava preso preventivamente em casa em novembro de 2025, Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda.
Após o episódio da tornozeleira, Bolsonaro teve a prisão decretada e foi para a Superintendência da PF em Brasília. Ele só voltou à domiciliar em março de 2026.
Um dia antes da prisão, Bolsonaro recebeu Nikolas Ferreira. Alexandre de Moraes mandou a defesa explicar o uso, pelo deputado, do celular na ocasião.
Em março, Moraes mandou defesa explicar fala de Eduardo de que ele "mostraria" um vídeo ao pai. Bolsonaro está proibido de ver redes sociais.
Numa blitz, uma arma de Bolsonaro foi apreendida com um agente do GSI, que dizia levar o equipamento para um reparo.
Após o episódio da arma, Moraes autorizou uma busca e apreensão na casa de Bolsonaro para remover outros possíveis armamentos do local.
Em uma live, Flávio Bolsonaro divulgou uma carta do pai em que ele pedia união e chamava o filho de seu "porta-voz".
Depois da transmissão, Moraes suspendeu as visitas de Flávio ao pai por 90 dias. O motivo é a divulgação da carta nas redes, o que é vetado na domiciliar.
Moraes determinou que Bolsonaro não poderá receber visitas com finalidade "político-eleitoral" até o fim do pleito de 2026.
Um vídeo de Bolsonaro feito com IA foi exibido na convenção de Flávio. Questionada por Moraes, a defesa afirmou que o ex-presidente não havia autoriado o uso de sua imagem.