A conexão de Beto Louco e Primo com o caso do Banco Master
Interlocutores da investigação constataram que pelo menos 100 milhões de reais dos empresários foram parar no banco de Daniel Vorcaro
Atualmente, os investigadores da Polícia Federal atuam em diferentes frentes de investigação no caso do Banco Master e suas ramificações no mercado financeiro.
Um dos braços das apurações conduzidas pelo ministro André Mendonça, no STF, envolve negócios criminosos realizados a partir da Reag Investimentos, uma gestora que servia de espécie de depósito de dinheiro para quem precisava esconder grandes quantias de origem duvidosa, como o banco de Daniel Vorcaro, mas não só.
Outros investigados como os empresários empresários Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, alvos da Operação Carbono Oculto, também utilizavam a Reag.
A novidade mais recente nessa trama de apurações sobre fraudes financeiras é que uma fortuna de Primo e Beto Louco, algo em torno de 100 milhões de reais, foi parar no Banco Master, por intermédio da Reag, mostrando que o caso investigado em São Paulo e em outros estados tem conexões mais profundas do que se conhece.






![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.](https://beta-develop.veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif?fit=728%2C90&quality=70&strip=info)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito](https://beta-develop.veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif?fit=328%2C79&quality=70&strip=info)