A despedida política de Roberto Jefferson
Ex-deputado está preso no Rio de Janeiro desde outubro do ano passado
O ex-deputado Roberto Jefferson, que está preso desde outubro do ano passado após atirar contra policiais federais que foram à sua casa em Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, não fará parte da futura fusão do PTB, o seu partido, com o Patriota. O anúncio foi feito por seu advogado em petição ao Supremo Tribunal Federal em que ele pede para cumprir prisão domiciliar. “No que se refere ao Partido Trabalhista Brasileiro , essa defesa aproveita para anexar a integralidade dos autos do registro de partido político, se referindo a fusão dos partidos PTB e Patriota, sendo evidente que o ora peticionário [Jefferson] não integrará o mesmo, que passará a ser denominado de Mais Brasil ou Partido Renovação Democrática”, afirmou o defensor João Pedro Barreto.
Além de afirmar que seu cliente não integrará as bases da nova legenda, Barreto diz que Jefferson se compromete a cumprir todas as medidas cautelares impostas. Outra garantia dada ao Supremo pelo advogado é que o ex-parlamentar pretende doar todas as armas e munições que estavam sob seu poder quando os agentes federais foram cumprir o mandado de prisão.
O caso ainda não foi apreciado.
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