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Após trégua, Rio Grande do Sul deve voltar a ter chuvas intensas

Defesa Civil de Porto Alegre emitiu alerta indicando também a possibilidade de ventos de até 100km/h. Aulas foram suspensas na capital e em duas cidades

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 Maio 2024, 17h43 | Atualizado em 26 Maio 2024, 17h45

A Defesa Civil Municipal de Porto Alegre emitiu um alerta neste domingo, 26, indicando a possibilidade de chuvas intensas e ventos entre 60 e 100 quilômetros por hora na capital do Rio Grande do Sul.

A previsão se dá após uma trégua nas chuvas durante o fim de semana. Segundo a Defesa Civil, a mudança no tempo pode prolongar os alagamentos já existentes na capital, causar transbordamento de arroios e deslizamentos de encostas, além do risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e de descargas elétricas.

As chuvas devem começar na madrugada de segunda-feira, 27, e se estender ao longo de todo o dia. Diante desse cenário, o governo gaúcho anunciou a suspensão das aulas nas escolas municipais e estaduais de Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande até terça-feira. Também foi determinada a suspensão das aulas da rede privada da capital.

A Defesa Civil orienta a população a se abrigar em local seguro, manter-se afastada de postes, árvores e placas de sinalização e publicitárias, não entrar em alagamentos, observar alterações nas encostas e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à rede elétrica.

O Rio Grande do Sul já contabiliza 169 mortes em decorrência das chuvas que atingem o estado desde o início do mês. Segundo a Defesa Civil, são 56 desaparecidos. Até o momento, 2,3 milhões de pessoas e 469 municípios gaúchos foram afetados pela tragédia climática. Ao todo, 581 mil pessoas desalojadas estão desalojadas e 55 mil se encontram em abrigos. Há 67 trechos com bloqueios totais e parciais em 42 rodovias, entre estradas, pontes e balsas.

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Previsão de cheia no Guaíba

O nível do lago Guaíba permanece estável deste domingo, 26, mas continua acima dos 4 metros. Às 8h, o nível registrado foi de 4,12 metros, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

A previsão indica cheia duradoura, com manutenção dos níveis elevados nos próximos dias, segundo o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O nível de água deve oscilar em torno da marca dos quatro metros e devem ocorrer elevações em consequência dos ventos e chuvas previstos para a próxima semana.

Na última quinta-feira, chuvas intensas causaram o aumento do nível da água, que subiu por bueiros. Para tentar conter os novos alagamentos, a prefeitura decidiu fechar comportas com sacos de areia para evitar que a água do lago invadisse a cidade.

 

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