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Assessor de Janones é exonerado por invadir programa de TV ao vivo e xingar

No momento da ação do ex-servidor, dois deputados -- oposição e situação -- debatiam sobre o PL da Dosimetria na emissora

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 Maio 2026, 11h13 | Atualizado em 1 Maio 2026, 11h20

Bernardo Moreira Amado Barros foi exonerado na noite de quinta-feira, 30, pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), depois de invadir um programa da Globonews, ao vivo, no salão verde do Poder Legislativo. Ele era assessor de André Janones (Avante-MG). No momento do ocorrido, dois deputados — oposição e situação — debatiam sobre o PL da Dosimetria.

“Enquanto eu debatia, de forma serena e democrática, com o líder do PT, o agressor invadiu a entrevista, tomou o microfone da jornalista, gritou ofensas e tentou fugir, como manda a quartilha a esquerda: agredir e correr”, disse o deputado Cabo Gilberto (PL-PB). Ainda segundo o parlamentar, o agora ex-funcionário de Janones foi abordado posteriormente e, “em postura visivelmente agressiva, partiu para o confronto, sendo então encaminhado à Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados”.

Momento em que ex-assessor invade programação da Globonews
Momento em que ex-assessor invade programação da Globonews (Globonews/Reprodução)

O caso ocorreu na tarde de quinta, durante o programa “Estúdio I”. Barros invadiu a programação, falou palavrão contra o PL da Dosimetria e disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será reeleito na disputa presidencial de outubro próximo. Após a invasão, o deputado federal Cabo Gilberto disse no ar que respeitou a fala do líder do PT, mas não foi respeitado ao contrapor. “A verdade dói”, disse o parlamentar. O caso chegou ao conhecimento de Hugo Motta, que assina a exoneração do ex-assessor de Janones. O documento foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 1º.

Apesar da decisão em exonerar Barros, a oposição continuará cobrando demais providências. Segundo nota divulgada, a saída do servidor é o “mínimo” a se fazer no caso. “Como um indivíduo com esse perfil chegou a ocupar um cargo dentro da Câmara?”, questiona a nota da liderança do PL. Janones não se manifestou sobre o assunto até o momento. O espaço está aberto para manifestação.

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