Oferta Dia dos Pais: Receba 4 Revistas em casa por 32,90

Chefe do PCC na Baixada Santista é morto no Jardim Anália Franco

Duas mulheres também foram feridas no ataque

Por Da redação 23 fev 2018, 06h58 | Atualizado em 23 fev 2018, 15h39
Chefe do PCC na Baixada Santista é morto no Jardim Anália Franco Priorizar nos meus resultados Google

Um chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi morto a tiros em frente ao Hotel Blue Tree Towers, no Jardim Anália Franco, na Zona Leste de São Paulo. Duas mulheres também foram feridas no ataque. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento dos disparos contra Wagner Ferreira da Silva, de 32 anos, líder da facção criminosa na Baixada Santista.

Conhecido como Waguininho ou Cabelo Duro, Silva é abordado na rua e corre na direção da entrada do hotel. Ele cai ao lado de um veículo e é executado no chão por um dos assassinos.

Duas hóspedes do hotel, uma de 28 e outra de 59 anos, foram feridas sem gravidade. De acordo com o hotel, Silva não estava hospedado no local. Imagens mostram  funcionários e hóspedes correndo para se proteger dos tiros. O carro utilizado pelos criminosos foi encontrado em um shopping a 500 metros do lugar da execução.

Acerto de contas

Continua após a publicidade

A Polícia Civil investiga se o crime foi um acerto de contas entre membros do PCC. Segundo um bilhete apreendido com um visitante na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, Cabelo Duro teria informado aos demais membros do PCC que a morte de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, no Ceará, na sexta-feira passada, foi dada por Gilberto Aparecidos dos Santos, o Fuminho.

Segundo investigações da polícia, Fuminho é bastante próximo do chefe da facção, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, com quem conviveu no Paraguai, nos 1990, e é dono de uma fazenda na Bolívia produtora de cocaína. Cabelo Duro seria, ainda, segundo a nota, testemunha de que Gegê do Mangue e Paca estariam desviando dinheiro da facção.

Continua após a publicidade

A hipótese predominante na polícia é de que o assassinato de Gegê e Paca foi ordenado pela própria cúpula do PCC.

Acusado de homicídio, tráfico de drogas e formação de quadrilha, Gegê era responsável pela operação de contabilidade, venda interna e exportação para a Europa da cocaína vinda da Bolívia e do Paraguai — hoje, o negócio mais lucrativo do PCC. Estava foragido desde fevereiro de 2017.

Continua após a publicidade

https://youtu.be/wj0Eu4Q_f-M

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
OFERTA RELÂMPAGO

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 29,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).