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Dino afirma que ‘asfixia orçamentária’ da CVM permitiu caso Master

Ministro do STF afirmou que houve 'verdadeiro apagão regulatório no mercado de capitais'

Por Daniel Gullino Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 Maio 2026, 16h01

O ministro Flávio Dino, do STF, afirmou que a Comissão de Valores Mobiliários sofre com um “quadro inequívoco de atrofia institucional e asfixia orçamentária”. Para Dino, essa situação ocorre “em patente contraste com a dimensão e a complexidade do mercado por ela regulado, em um deletério processo que se alonga por mais de uma década”.

“A confirmação desse cenário evidencia-se na proliferação de fraudes e ilícitos de vulto bilionário, com potencial desestabilizador de todo o sistema, como se verificou no caso do Banco Master”, avalia o ministro.

De acordo com Dino, ocorreu “um verdadeiro apagão regulatório no mercado de capitais, no qual, aparentemente, apenas o Estado permanecia às escuras, enquanto criminosos se expandiam pela economia nacional mediante estruturas complexas de fundos de investimento”.

O diagnóstico foi feito na decisão em que Dino determinou a destinação à CVM da arrecadação futura da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários, paga por entidades que atuam no setor.

A União também terá que apresentar, em 20 dias, um Plano Emergencial de Reestruturação da Atividade Fiscalizatória, com “medidas práticas e pontuais” para mitigar a situação. Depois, também terá que ser feito um planejamento de médio prazo.

A decisão foi proferida um dia depois da realização de uma audiência pública para discutir a atuação da CVM.

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