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Fux admite ‘injustiça’ e vota para absolver réus do 8/1 que havia condenado

Ministro mudou o posicionamento anterior ao analisar recursos

Por Daniel Gullino Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 abr 2026, 14h29 | Atualizado em 11 abr 2026, 10h09

O ministro Luiz Fux votou para reverter a condenação, de forma parcial ou total, de dez réus acusados de participação nos atos golpistas do 8 de janeiro.

No passado, Fux fez parte da maioria pela condenação. Agora, contudo, reviu sua posição ao analisar recursos das defesas.

O ministro reconheceu que seu “entendimento anterior, embora amparado pela lógica da urgência, incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitem sustentar”.

Em sete dos casos analisados, Fux defendeu a absolvição total dos réus. O magistrado adotou esse posicionamento para quem estava acampado em frente ao QG do Exército e foi condenado por incitação ao crime e associação criminosa, com penas mais leves, de um a dois anos e meio de prisão.

Em outras três ações, os réus foram sentenciados por cinco crimes, incluindo golpe de Estado, e tiveram punição de 13 anos e seis meses. É o caso dos que participaram da depredação das sedes dos Três Poderes.

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Nestes casos, Fux defendeu a absolvição parcial e a condenação apenas por um dos crimes, deterioração de patrimônio tombado, a uma pena de 1 ano e seis meses.

Apesar da guinada, a posição do ministro não deve prevalecer, já que apenas outros dois integrantes do STF — André Mendonça e Nunes Marques — têm divergido nas condenações do 8 de janeiro.

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