O pedido de Bacellar antes de julgamento de denúncia no STF
Defesa de ex-presidente da Alerj quer sessão presencial para analisar suspeita de obstrução
A defesa do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União Brasil) solicitou ao STF que o julgamento da denúncia apresentada contra ele ocorra de forma presencial, e não no plenário virtual.
Bacellar foi denunciado pela PGR por obstrução de uma investigação sobre o Comando Vermelho. O ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, do TRF-2, e outras duas pessoas também foram acusados.
A Primeira Turma do STF vai analisar a denúncia em uma sessão virtual, marcada para ocorrer entre os dias 14 e 21 de agosto.
Entretanto, os advogados de Bacellar tentam alterar a decisão, alegando que a sustentação oral é prejudicada no formato remoto. A Macário Neto também já fez o mesmo pedido.
A equipe jurídica do ex-deputado pretende rebater o que considera “inconsistências” da acusação, como um suposto encontro entre Bacellar e e o desembargados.
Os advogados também querem discutir a competência do STF para analisar o caso, já que esse é o primeiro desdobramento de um inquérito aberto a partir das ADPF das Favelas.
O pedido será apreciado pelo relator da investigação, ministro Alexandre de Moraes.







