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PF mira tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro do CV em seis estados

Nova fase da Operação Midas, coordenada pela polícia na Bahia, cumpre 13 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 31 mar 2026, 09h34 | Atualizado em 31 mar 2026, 10h41

Nesta terça-feira, 31, a Polícia Federal realiza uma ação de combate ao Comando Vermelho (CV) em seis estados brasileiros. A nova fase da Operação Midas mira as práticas de tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro ligadas à facção criminosa.

A ação é coordenada pela PF na Bahia, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus (FICCO/Ilhéus), e cumpre treze mandados de prisão e vinte de busca e apreensão. Os alvos e endereços da operação estão localizados nos municípios de Salvador, Camacan, Itabuna, Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Serrinha, Senhor do Bonfim e Andorinha, na Bahia; Unaí, em Minas Gerais; Petrolina, em Pernambuco; Aracaju, no Sergipe; e nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, o grupo investigado enviava dinheiro e maconha em grandes quantidades da Bahia para o Rio de Janeiro, e recebia drogas e armas de fogo em fluxo inverso entre os dois estados. A operação localizou três grandes plantações de cannabis no município de João Dourado, no interior baiano, incluindo variedades geneticamente modificadas da planta — ao todo, a PF incinerou mais de quinze toneladas da erva durante a ação desta terça-feira, além de destruir o maquinário utilizado para o cultivo e apreender os veículos utilizados para o transporte interestadual dos entorpecentes.

Ainda de acordo com a PF, os grupos ligados ao Comando Vermelho utilizavam uma complexa rede de contas bancárias ligadas a pessoas físicas e empresas com o objetivo de lavar o lucro obtido com o tráfico e dificultar o rastreamento dos valores envolvidos.

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As investigações da Operação Midas começaram há cerca de dois anos no município de Camacan, na Bahia, e levaram à identificação de uma ampla rede criminosa ligada ao Comando Vermelho e outras organizações. O inquérito é conduzido pela FICCO/Ilhéus, composta pela PF e pelas polícias Civil, Militar e Penal da Bahia, e a ação desta terça-feira contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público da Bahia.

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