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Pix de R$ 7 mil: funcionário de IML é preso por usar celular de morto

Transferência foi descoberta por viúva quando realizava procedimento para fechamento de conta do marido junto ao banco

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jun 2026, 17h05 | Atualizado em 10 jun 2026, 17h36
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Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso na última segunda-feira, 8, após ser pego utilizando o telefone celular de um morto que havia sido levado para a instituição para fazer uma transferência financeira de 7.000 reais para si mesmo.

Daniel Nathan Ribeiro Andrade, 36, era atendente de necrotério do IML e teria chegado a falar com a viúva do morto furtado, segundo ela mesma afirmou em entrevista a uma TV local. “Ele foi tão sangue-frio a ponto de nos atender e não esboçar reação nenhuma. Era como se estivesse atendendo uma pessoa normal”, disse a viúva.

O marido dela morreu no dia 15 de maio após sofrer um acidente de moto na avenida Mário Covas, no bairro de Aparecida, em Santos. Ele perdeu o controle da direção e bateu contra um poste.

A transferência, então, foi percebida pela viúva quando ela foi encerrar a conta bancária do marido quase dez dias depois e viu que uma movimentação financeira havia sido realizada após a morte. Ela chegou até o suspeito ao pesquisar pelo comprovante da transferência.

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De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o cumprimento do mandado de prisão preventiva foi expeddo pela Justiça logo após a família registrar um boletim de ocorrência no 3º Distrito Policial, que encaminhou o material à Corregedoria.

O suspeito está sendo investigado pela Corregedoria pela denúncia de crimes de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios.

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A Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), responsável pelo IML, acompanha o caso, reforça que não compactua com desvios de conduta e adota as medidas administrativas e disciplinares cabíveis sempre que irregularidades são identificadas.

VEJA  não conseguiu contato com a defesa de Daniel Nathan Ribeiro Andrade. O espaço continua aberto.

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