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Polícia busca 14 suspeitos de praticar roubos violentos com reféns no interior de SP

Quatro homens foram presos em Paraisópolis, na Zona Sul da capital, e outros dez estão foragidos; grupo pode estar envolvido em morte de guarda municipal

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 mar 2026, 10h23 | Atualizado em 26 mar 2026, 11h13

A Polícia Civil de São Paulo busca quatorze suspeitos de integrar uma quadrilha de roubos violentos a residências no interior do estado. Quatro homens foram presos nesta quinta-feira, 26, em Paraisópolis, na Zona Sul da capital paulista, e outros dez integrantes do grupo estão foragidos.

As investigações identificaram a participação do grupo em pelo menos oito invasões e roubos a residências praticados em 2026 em Amparo, Monte Alegre do Sul e Alumínio, na região paulista conhecida como Circuito das Águas. “A quadrilha procura imóveis afastados da região central, próximos à zona rural destes municípios, para facilitar a fuga após os crimes”, diz o delegado Fábio Sandrin, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil.

Segundo a polícia, os crimes foram praticados durante a madrugada por grupos de cerca de dez integrantes, todos homens com idades entre 18 e 25 anos e fortemente armados com fuzis, com moradores sendo agredidos e tomados como reféns — em um dos casos ocorridos em Amparo, uma família chegou a ficar sete horas amarrada em um cômodo e obrigada a realizar transferências via Pix enquanto os ladrões vasculhavam a casa em busca de pertences valiosos.

Além dos quatorze mandados de prisão, a Operação Refúgio Violado cumpre 27 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira no complexo de favelas de Paraisópolis, onde a polícia acredita que a organização criminosa esteja sediada.

Quadrilha é suspeita de matar guarda municipal e atirar em militar durante assaltos

Ainda segundo a Polícia Civil, a mesma quadrilha é investigada por uma sequência de roubos a farmácias no Morumbi, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo próximo a Paraisópolis, e em outras regiões da capital. Em fevereiro de 2026, durante assalto a um estabelecimento na Vila Sônia, na Zona Oeste, um guarda civil da capital paulista que estava de folga no local reagiu à ação dos criminosos e morreu baleado em meio à troca de tiros.

Outro caso potencialmente ligado ao grupo, de acordo com as investigações, envolve um tenente do Exército que foi baleado durante o roubo a uma farmácia no Jardim Umarizal, na Zona Sul da capital. O crime ocorreu em outubro de 2025, e a troca de tiros deixou feridos o militar e um assaltante de 17 anos de idade.

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