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Presidente da CPMI do INSS comemora operação contra Wagner: ‘PT quis enterrar’

Carlos Viana (PSD-MG) também elogiou atuação do ministro do STF, André Mendonça; PF apura vantagens indevidas recebidas pelo líder do governo no Senado

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 jun 2026, 10h39
Presidente da CPMI do INSS comemora operação contra Wagner: ‘PT quis enterrar’ Priorize VEJA no Google

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PSD-MG), comemorou a deflagração de nova fase da Operação Compliance Zero, que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). A força-tarefa apura fraudes envolvendo o Banco Master.

Em publicação nas redes sociais, Viana afirmou que a CPMI — que revelou que o Master foi utilizado no esquema de desvio de recursos de aposentados — levantou provas e expôs conexões, mas que, “os governistas deram um jeito de enterrar”.

“O sistema sempre encontra uma forma de se proteger. Mas dessa vez a investigação avançou. E avançou contra o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, o senador do PT da Bahia, o berço do Master. A Polícia Federal deflagrou a operação, e o nome do líder de Lula apareceu no centro do escândalo”, escreveu o senador mineiro.

Viana também elogiou a atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, responsável por autorizar a operação da Polícia Federal (PF) contra Jaques Wagner nesta quinta-feira, 18. Segundo o senador, o magistrado impediu a “blindagem” do Caso Master na Corte.

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“Dessa vez tem um homem que não recuou. O ministro André Mendonça segurou as pressões, manteve a Operação Compliance Zero de pé e impediu que blindassem o caso Master no Supremo. Onde tentaram travar, ele avançou. E como o próprio ministro avisou: ‘tem mais coisa por vir'”, disse.

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Operação

A Polícia Federal (PF) investiga se o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, recebeu vantagens de Augusto Lima, executivo do Banco Master, em troca de atuação em favor da instituição financeira.

Essas vantagens incluiriam um apartamento, avaliado em 2,45 milhões de reais, e um repasse de 3,5 milhões de reais para uma empresa do enteado do senador. Também teria sido disponibilizado o uso gratuito de aeronaves, além da entrega de ingressos para um show que ocorreu em Los Angeles.

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O senador foi alvo de busca e apreensão nesta quinta-feira, como parte da 9ª fase da Operação Compliance Zero.

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