Vídeo: ‘Flávio Bolsonaro será o próximo presidente do Brasil’, diz Ricardo Nunes
Às Páginas Amarelas, prefeito de São Paulo fez ainda críticas ao governo Lula e defendeu atuação de André Mendonça nos casos do Banco Master e INSS
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), é o entrevistado das Páginas Amarelas de VEJA da edição desta semana.
Aprovado por dois em cada três paulistanos, segundo o Paraná Pesquisas, Nunes fez duras críticas à prestação de serviços da Enel — concessionária de energia cujo processo de caducidade, após meses de impasse, é analisado agora pela Ministério de Minas e Energia –, e reforçou que a Cracolândia, outro tema espinhoso da atual gestão, de fato “acabou”.
Sobre o cenário nacional, o emedebista afirmou que o projeto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição será afetado pelos escândalos que assombram o país, como os do Banco Master e do INSS, e defendeu que a atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator de ambos os casos, será crucial para que a população resgate o sentimento de credibilidade em relação à mais alta Corte do país, sobretudo após o apontamento de relações de nomes do próprio Supremo com o banqueiro Daniel Vorcaro.
“O sentimento da população é o de que foi traída pelo STF. A atuação do ministro André Mendonça cria a expectativa de que o sentimento de traição mude para o de esperança. Ele é alguém que tem uma conduta e uma integridade inabaláveis, posicionamento transparente e toma as decisões de forma imparcial, justa”, diz.
Sobre eleições, Nunes fez críticas à ex-correligionária Simone Tebet (PSB), diz avaliar que o seu partido, o MDB, deva adotar uma postura independente na corrida presidencial, liberando filiados a apoiar quem desejarem. Na corrida ao Planalto, o prefeito de São Paulo ainda pregou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de quem participa do programa de governo, e declarou embarque “de corpo e alma” na campanha à reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo de São Paulo.
“Flávio será o próximo presidente. A rejeição de Lula é muito grande porque é um governo que não tem nenhuma responsabilidade fiscal e leva o país a uma situação econômica ruim (…) E eu vou estar de corpo e alma para que Tarcísio de Freitas possa ser reeleito, para que dê continuidade ao trabalho que tem realizado em São Paulo”, diz.
Assista aos principais trechos da entrevista:





