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Zema defende a prisão dos ‘intocáveis’ Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

Para o presidenciável, o Supremo era uma instituição confiável, mas que 'está cheirando mal' há alguns anos

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 abr 2026, 19h11 | Atualizado em 13 abr 2026, 21h21

Pré-candidato à Presidência da República, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) defendeu nesta segunda-feira, 13, a prisão de dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) depois de classificá-los como “intocáveis”. A declaração ocorreu durante encontro com lideranças políticas na Associação Comercial de São Paulo (Acisp). O ex-chefe do Poder Executivo mineiro se referiu a Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. “Esses dois para mim não merecem só processo de impeachment, merecem prisão”, disse Zema em coletiva de imprensa.

Para o político, o Supremo era uma instituição confiável, mas que “está cheirando mal” há alguns anos. “Vivemos a maior crise moral da história. Estamos assistindo em Brasília a farra dos intocáveis”, disse. O ex-governador afirmou ainda perceber pelas ruas brasileiras um clima de indignação. A aposta de Zema é de que a próxima eleição presidencial seja vencida por um opositor ao atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a repercussão pelas declarações feitas nesta segunda, em São Paulo, o político comentou o assunto pelas pelas redes sociais. “Vamos acabar com essa farra dos intocáveis”, afirmou.

“A receita do PT dá certo. Dá certo pra destruir o Brasil, manter o povo dependente do governo e, principalmente, dá certo pra sustentar a farra dos intocáveis. Esse é o velho sistema que sempre te enganou, e este ano vai tentar levar seu voto mais uma vez para manter de pé esse país de governo rico e povo pobre”, disse o ex-governador mineiro.

Na mais recente pesquisa Datafolha publicada no sábado, 11, Zema aparece com 42% das intenções de voto em um confronto de segundo turno com Lula, que apresentou 45%. Branco, nulo ou nenhum somaram 11%. Não sabem ou não responderam, 2%. No primeiro turno, no entanto, Lula lidera com 39%, seguido de Flávio Bolsonaro (PL), 35%. Zema aparece com 4%, atrás de Ronaldo Caiado (PSD), com 5%.

Zema entrou para política em 2018, quando se candidatou ao governo de Minas em 2018. Considerado surpresa na ocasião, ele foi para o segundo turno e derrotou Antonio Anastasia (à época no PSDB). Quatro anos depois, Zema foi reeleito em disputa contra o ex-prefeito Alexandre Kalil, que quer apoiado por Lula.

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