Tempestade mais forte de 2026, supertufão Sinlaku ameaça ilhas no Pacífico
Tufão afetará territórios americanos dentro do arquipélago das Ilhas Marianas
Os territórios americanos das Ilhas Marianas do Norte e de Guam estão sob alerta máximo com a aproximação do supertufão Sinlaku, que deve passar pela região durante os próximos dias e pode causar destruição com ventos de até 280 quilômetros por hora, chuvas e enchentes.
A previsão é que a formação meteorológica chegue ao arquipélago na terça-feira (14). A rota principal de Sinlaku é através de Tinian, ilha da região, e Saipan, capital das Ilhas Marianas do Norte. Essa região sofrerá as consequências mais severas da tempestade. Apesar de passar perto do território de Guam, ele não sofrerá o mesmo que as outras ilhas do arquipélago.
O sistema nasceu como um aglomerado de tempestades no mar da Micronésia, antes de se tornar uma tempestade tropical e, posteriormente, um tufão. Ele seguiu em direção noroeste durante o fim de semana, quando chegou a ventos de 240 quilômetros por hora no domingo (12).
O Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS) prevê que a tempestade dure até a noite de quarta-feira (15), e alerta para condições catastróficas para pequenos barcos e condições extremamente perigosas para grandes embarcações. Os ventos fortes, combinados com a previsão de chuva que excede 300 milímetros, trarão para a região mares revoltos e tempestades antes do tufão oficial chegar. Há a previsão de enchentes relâmpago, deslizamentos de terra e danos causados pelo vento.
O que é um supertufão
Supertufão é o nome dado aos ciclones tropicais mais fortes que nascem no noroeste do Oceano Pacífico, região em que tempestades mais intensas se formam. Supertufões são equivalentes a furacões de categoria 4 ou 5 no Oceano Atlântico, com ventos de no mínimo 150 mph (ou 240 quilômetros por hora).
O fenômeno alcançou o patamar de mais forte de 2026 até o momento por conta de seus ventos de até 280 quilômetros por hora e sua pressão barométrica — pressão exercida pela atmosfera sobre a superfície da Terra — de 902 hPa.





