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Tempestade mais forte de 2026, supertufão Sinlaku ameaça ilhas no Pacífico

Tufão afetará territórios americanos dentro do arquipélago das Ilhas Marianas

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 abr 2026, 19h25 | Atualizado em 13 abr 2026, 21h44

Os territórios americanos das Ilhas Marianas do Norte e de Guam estão sob alerta máximo com a aproximação do supertufão Sinlaku, que deve passar pela região durante os próximos dias e pode causar destruição com ventos de até 280 quilômetros por hora, chuvas e enchentes. 

A previsão é que a formação meteorológica chegue ao arquipélago na terça-feira (14). A rota principal de Sinlaku é através de Tinian, ilha da região, e Saipan, capital das Ilhas Marianas do Norte. Essa região sofrerá as consequências mais severas da tempestade.  Apesar de passar perto do território de Guam, ele não sofrerá o mesmo que as outras ilhas do arquipélago. 

Foto de satélite de Guam, território americano localizado nas Ilhas Marianas.
Guam é um dos territórios do arquipélago das Ilhas Marianas que pode ser afetado em menor escala pelo supertufão. (Planet Observer/Universal Images Group/Getty Images)

O sistema nasceu como um aglomerado de tempestades no mar da Micronésia, antes de se tornar uma tempestade tropical e, posteriormente, um tufão. Ele seguiu em direção noroeste durante o fim de semana, quando chegou a ventos de 240 quilômetros por hora no domingo (12). 

O Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS) prevê que a tempestade dure até a noite de quarta-feira (15), e alerta para condições catastróficas para pequenos barcos e condições extremamente perigosas para grandes embarcações. Os ventos fortes, combinados com a previsão de chuva que excede 300 milímetros, trarão para a região mares revoltos e tempestades antes do tufão oficial chegar. Há a previsão de enchentes relâmpago, deslizamentos de terra e danos causados pelo vento. 

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O que é um supertufão

Supertufão é o nome dado aos ciclones tropicais mais fortes que nascem no noroeste do Oceano Pacífico, região em que tempestades mais intensas se formam. Supertufões são equivalentes a furacões de categoria 4 ou 5 no Oceano Atlântico, com ventos de no mínimo 150 mph (ou 240 quilômetros por hora). 

O fenômeno alcançou o patamar de mais forte de 2026 até o momento por conta de seus ventos de até 280 quilômetros por hora e sua pressão barométrica — pressão exercida pela atmosfera sobre a superfície da Terra — de 902 hPa. 

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