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Cinco trilhas sonoras inesquecíveis e arrepiantes do cinema de terror

No Halloween, composições célebres servem como lembretes de clássicos a serem revisitados e recurso atmosférico para festas temáticas

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 31 out 2025, 16h10 | Atualizado em 31 out 2025, 16h48

Nesta sexta-feira, 31 de outubro, acontece o Dia das Bruxas — ou Halloween —, oportunidade perfeita para ou se fantasiar e encontrar uma festa, ou ficar em casa, mergulhar no sofá e sucumbir ao cinema de terror, cuja produção oferece assombro mais do que suficiente. Uma terceira alternativa, contudo, alia o melhor de dois mundos. Por que não recorrer às trilhas do horror para apoiar a atmosfera assustadora que um bom evento de Halloween pede? Confira cinco dos melhores exemplos da safra:

Suspiria, composta pela banda Goblin (1977)

 

Basta ouvir o tilintar assombroso do tema principal de Suspiria para se sentir nos corredores vibrantes da academia de dança alemã onde Suzy (Jessica Harper) vai estudar. Esta foi a segunda colaboração entre Dario Argento e o grupo de rock progressivo, dois anos após Prelúdio para Matar, e seria seguida por outras contribuições importantes dos músicos para o gênero, como as trilhas de Martin (1978), Phenomena (1985) e A Catedral (1989).

A Fortaleza Infernal, composta pela banda Tangerine Dream (1983)

 

Na mesma toada do rock progressivo, mas mergulhada em uma afetação eletrônica própria, a banda alemã Tangerine Dream compôs um dos pontos mais altos de A Fortaleza Infernal, projeto ambicioso de Michael Mann que foi acometido por diversas interferências do estúdio. Os bastidores turbulentos azedaram a experiência para o cineasta, mas não conseguiram afetar substancialmente o trabalho da banda, que eleva o horror cósmico da trama com primor. Graças a ela, é mais fácil mergulhar na complicada história sobre uma força sobrenatural que é acidentalmente liberta por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Inverno de Sangue em Veneza, composta por Pino Donaggio (1973)

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Um dos exemplares mais elegantes e dramáticos do terror, o filme de Nicolas Roeg acompanha um casal que tenta continuar a vida após a morte acidental da filha pequena. Em Veneza a trabalho, os dois permanecem assombrados por um pequeno vulto e pela premonição de uma vidente que diz que a garota quer contatá-los. Amarrando a tristeza, o romantismo e o horror do longa, o italiano Pino Donaggio evita clichês, comove e arrepia sem falha.

Halloween, composta por John Carpenter (1978)

 

Poucos são os cineastas que compõem as trilhas de seus próprios filmes, e menos ainda são tão bem-sucedidos na empreitada quanto John Carpenter, cujo tema de Halloween já ultrapassa os confins do próprio longa e é sinônimo da sensação de medo. Não importa quantas vezes seja ouvida, a faixa composta com sintetizadores e piano nunca perde seu efeito.

O Mistério de Candyman, composta por Philip Glass

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Um dos compositores mais importantes do século XX e referência no campo do minimalismo, Glass compôs trilhas para diversos filmes, mas é mais lembrado por fãs de terror pela contribuição a O Mistério de Candyman, longa pioneiro no campo do terror racial. Seu casamento de órgão, coro e sintetizadores em Cabrini Green é de tirar o fôlego — e o sono.

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