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O Mundo de Sofia

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Conheça a cidade-modelo japonesa que sediará megaevento verde

Referência mundial em sustentabilidade, Yokohama, nos arredores de Tóquio, promoverá a Green X Expo 2027, com a participação de mais de 60 países

Por Sofia Cerqueira 15 abr 2026, 16h30 | Atualizado em 15 abr 2026, 23h29
  • A apenas 30 minutos de trem de Tóquio, um destino se destaca entre as metrópoles japonesas. Segunda maior cidade do país em população, Yokohama, com 3,7 milhões de habitantes, tem uma das melhores qualidades de vida daquela nação e durante oito anos consecutivos ficou em primeiro lugar em um ranking dos locais mais desejados para se morar. Yokohama é uma cidade portuária, com grandes e bem-cuidados jardins e imensos calçadões à beira-mar, que une construções históricas com arranha-céus de última geração. Só na última década, o lugar ganhou cerca de vinte novos hotéis. Os atrativos daquela localidade, no entanto, estão longe de ser só estes. Este shichoson (como são chamados os municípios no Japão) é uma referência mundial em práticas “verdes”.

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    Sankeien Garden: o jardim em estilo japonês com 175 mil metros quadrados é uma das atrações turísticas de Yokohama (Sofia Cerqueira/VEJA)

    Só para se ter uma ideia, a cidade conseguiu reduzir o seu volume total de lixo em cerca de 43% ao longo de dez anos. Com uma gestão de resíduos eficiente e uma separação rigorosa, o local expandiu as regras de seleção de lixo. Passou de cinco categorias (o que já muito mais do que temos, geralmente só com separação de lixo orgânico, papel e vidro/metal) para dez tipos, incluindo embalagens, papéis usados e tecidos. A triagem tão detalhada permite que a maior parte dos resíduos, de fato, seja reutilizada ou reciclada. O sucesso da coleta seletiva e reaproveitamento, em larga medida, está atrelado ao engajamento da população. Há 2 800 associações de bairros que, voluntariamente, gerenciam cerca de 80 000 pontos de coleta. Só no ano passado, Yokohama reciclou 19,862 toneladas de lixo. Com a redução eficiente de detritos, a cidade já fechou ou suspendeu as operações de três das sete usinas de incineração da região.

    Chinatown de Yokohama: o bairro chinês da cidade é o principal do Japão e um dos maiores do mundo
    Chinatown de Yokohama: o bairro chinês da cidade é o principal do Japão e um dos maiores do mundo (Sofia Cerqueira/VEJA)

    A colunista viajou para o Japão a convite da Nomad – plataforma global aceita em mais de 180 países que oferece conta internacional, cartão de débito, chip e seguro viagem –, quando teve a chance de visitar Yokohama. Não por acaso, esta cidade, um exemplo de sociedade comprometida com a economia circular e a sustentabilidade, vai sediar a Green X Expo 2027, que acontecerá entre 19 de março e 26 de setembro do ano que vem. O evento será um misto de conferência mundial com uma megaexposição, que se propõe a discutir e apresentar alternativas para grandes desafios globais. Entre os assuntos em pauta estarão mudanças climáticas, biodiversidade, tecnologias verdes, inovações e experiências agrícolas, além de iniciativas de neutralidade de carbono. O evento deve contar com a participação de mais de 60 países.

    Com o tema “Cenário do Futuro para a Felicidade”, a Green X Expo 2027 será realizada na antiga instalação de comunicações Kamiseya – que era uma área militar. O projeto prevê a sua transformação em um espaço verde sustentável, com o plantio de mais de 10 milhões de plantas e flores. Detalhe: a área tem cerca de 200 hectares, mais do que o dobro do tamanho da Disney Tóquio. No início da exposição, entre inúmeras espécies, 600 cerejeiras – árvore símbolo do Japão – de 40 variedades diferentes estarão em plena floração. Após o evento, aquela localidade será transformada em um parque urbano, além de uma área de apoio em caso de desastres naturais.

    Polo de tecnologia: além da questão sustentável, Yokohama também é sede de centros de inovação de várias empresas, como a Shiseido
    Polo de tecnologia: além da questão sustentável, Yokohama também é sede de centros de inovação de várias empresas, como a Shiseido (Sofia Cerqueira/VEJA)
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    A intenção é que ao final do evento, ele se torne um importante legado inspirando outros países e incentive que práticas sustentáveis se tornem cada vez uma rotina na sociedade. “Os esforços para proteger o meio ambiente global não podem ser realizados por um único país. Avançaremos em conjunto com discussões internacionais — incluindo as realizadas na COP30 (que aconteceu no Brasil, em 2025) — para buscar a sustentabilidade em escala global”, destaca Yoshihisa Ota, diretor-executivo da Japan Association for The International Horticultural Expo 2027.

    Modernidade e compromisso com a redução de detritos: Yokohma já conseguiu tirar de operação três das sete usinas de iceneração de lixo
    Modernidade e compromisso com a redução de detritos: Yokohma já conseguiu tirar de operação três das sete usinas de iceneração de lixo (Sofia Cerqueira/VEJA)

    A expectativa é que a Green X Expo 2027 atraia 15 milhões de pessoas em seis meses. A megaexposição vem se somar a outros grandes atrativos de Yokohama, dos quais vários deles a coluna teve a oportunidade de conhecer com o apoio do Yokohama City Visitors Bureau. A cidade – cujo porto foi um dos primeiros a se abrir ao comércio exterior em 1859 –, tem, por exemplo, o principal ‘Chinatown” (bairro chinês) do Japão e um dos maiores do mundo, com inúmeros templos, portais, lojas e restaurantes dedicados àquela cultura. Outro programa imperdível em Yokohama é visitar o Sankeien Garden, um jardim em estilo japonês com 175 mil metros quadrados, que reúne lagos, riachos, pontes e construções históricas trazidas de outras cidades, como Quioto e Kamakura, além de um icônico pagode de três andares do século XV.

    Cidade portuária: o porto de Yokohama se abriu ao ao comércio exterior em 1859
    Cidade portuária: o porto de Yokohama se abriu ao comércio exterior em 1859 (Sofia Cerqueira/VEJA)

    Na área mais moderna da cidade, boas dicas são conhecer o Minato Mirai 21 (que inclui o Landmark Tower, um observatório no 69º andar, e a roda-gigante Cosmo Clock 21) e o Red Brick Warehouse – que são antigos armazéns portuários transformados em um complexo cultural com charmosas lojas e cafés. Para quem quer fazer umas comprinhas, a cidade conta com cerca de dez grandes shoppings, entre eles o Yokohama World Poters, também na área do Minato Mirai 21.

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    Yokohama: segunda cidade do Japão em população, com 3,7 milhões de habitantes, e uma das mais desejadas para morar
    Yokohama: segunda cidade do Japão em população, com 3,7 milhões de habitantes, e uma das mais desejadas para morar (Sofia Cerqueira/VEJA)

    Há ainda inúmeros museus espalhados pela cidade e vários centros de tecnologia de grandes empresas que podem ser visitados, como o Shiseido Beauty Park. O centro interativo da empresa de cosméticos combina ciência avançada da pele com arte, oferecendo aos visitantes análises personalizadas, laboratórios de inovação, experiências sensoriais e um belo café no primeiro piso. Não deixe ainda de caminhar pelo Parque Yamashita, todo à beira-mar e com belas vistas do porto; e visitar o Píer Osanbashi, o principal terminal internacional de passageiros da cidade. Dali se tem uma bela visão da cidade, que, apo pôr-do-sol fica ainda mais especial. Atrativos que vêm se somar à cultura “verde” desta cidade nos arredores de Tóquio.

     

    A coluna fez dez perguntas para Yoshihisa Ota, diretor-executivo da Japan Association for The International Horticultural Expo 2027:

    1.Primeiro, gostaria que o senhor falasse sobre Yokohama, explicasse o que torna a cidade diferente e por que os brasileiros deveriam visitá-la.

    Yokohama é o maior município do Japão em população, com aproximadamente 3,77 milhões de habitantes. A cidade se desenvolveu desde cedo como um dos principais portos internacionais e centros comerciais do Japão e tem sido repetidamente classificada pelos próprios japoneses como um dos lugares mais desejáveis para se viver. Em termos de políticas públicas, Yokohama está comprometida com a realização de uma sociedade verde e sustentável. A cidade promove ativamente a economia circular e a neutralidade de carbono e demonstra liderança na transição da Ásia para modelos urbanos circulares.

    Yokohama oferece uma grande diversidade de atrações reunidas em uma única cidade: uma orla aberta para o mar, uma história ligada à abertura dos portos do Japão, uma cena vibrante de artes e cultura e inúmeros eventos realizados ao longo do ano.

     

    2.Destaque, por favor, algumas atrações da cidade.

    A cidade e o mar estão muito próximos, e parques e áreas verdes são conectados por calçadões. Caminhando pela orla, os visitantes podem desfrutar de abundância de flores e vegetação mesmo estando em um ambiente urbano. Moradores e turistas podem apreciar as paisagens características da orla de Yokohama, incluindo belas vistas formadas pelo mar, pela vegetação exuberante e pelo cenário urbano, além de suas famosas vistas noturnas, reconhecidas como uma das três melhores “novas” cidades de vista noturna do Japão. Desde a abertura do porto, Yokohama se desenvolveu como um centro de comércio internacional. Edifícios históricos e paisagens urbanas que refletem esse patrimônio ainda permanecem e foram cuidadosamente preservados e adaptados para uso moderno.

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    3.Yokohama é preparada para receber um grande volume de turistas?

    Mais de 37 milhões de pessoas visitam Yokohama todos os anos para turismo, conferências internacionais e eventos. Muitos navios de cruzeiro internacionais fazem escala no porto, oferecendo aos visitantes a oportunidade de observar de perto sua chegada e partida. A cidade conta com uma ampla variedade de hospedagens — de hotéis clássicos e prestigiados a redes internacionais e opções para famílias — permitindo que os visitantes escolham de acordo com suas necessidades.

    Conhecida como “Cidade da Música”, Yokohama sedia diversos festivais musicais e desenvolveu grandes espaços para concertos. Instalações de entretenimento e museus corporativos também estão concentrados na cidade, atraindo visitantes do Japão e do exterior. O Jardim Sankeien, um tradicional jardim japonês inaugurado em 1906, possui 17 edifícios históricos transferidos de lugares como Kyoto e Kamakura, harmoniosamente distribuídos em um amplo espaço natural. Famoso por suas flores de ameixeira, cerejeiras, azaléias e pela folhagem de outono, é um destino popular entre visitantes internacionais e um dos principais locais de Yokohama para vivenciar a cultura tradicional japonesa.

     

    4.Qual é o objetivo da Green x Expo 2027, que terá como tema “Um Cenário Futuro para a Felicidade”? E qual é a sua importância hoje diante do avanço das mudanças climáticas?

    A Green X Expo 2027 será realizada com o objetivo de promover a cultura hortícola internacional, enriquecer a vida cotidiana com flores e áreas verdes, gerar vitalidade regional e econômica e contribuir para soluções de desafios sociais. Esta Expo, no entanto, está longe de ser apenas um evento para apreciar flores e plantas. Seu principal objetivo é abordar desafios globais, como as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade — conhecidos como os limites planetários — e explorar como a humanidade pode se adaptar e construir um bem-estar sustentável. Além de flores e áreas verdes, a Expo abordará de forma abrangente temas “verdes”, como descarbonização, biodiversidade e economia circular.

     

    5.Quais são os principais temas que a Green x Expo pretende discutir?

    O local do evento contará com cinco vilas conceituais distintas: Urban-GX, Craft, Farm & Food, Kids e Satoyama. Em especial, a Satoyama Village representará soluções baseadas na natureza (Nature-based Solutions), que utilizam o poder da natureza para enfrentar desafios sociais, inspiradas na tradição japonesa de viver em harmonia com a natureza, conhecida como satoyama. Tecnologias avançadas voltadas para a Green Transformation (GX), bem como a implementação de infraestrutura verde, também serão apresentadas em todo o espaço da Expo.

     

    6.Qual é a principal inovação “verde” que o Japão apresentará?

    Entre as iniciativas atualmente planejadas pelos organizadores, destacam-se duas:

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    1/Pavilhão Temático Utilizando resultados das pesquisas mais recentes, juntamente com tecnologias avançadas de visualização e exposição, o pavilhão apresentará a interconexão entre plantas, outros seres vivos e os seres humanos. Seu conceito é: “Toda vida está conectada — tendo as plantas como centro.” As raízes do “Pinheiro Milagre”, símbolo da recuperação após o Grande Terremoto do Leste do Japão, serão exibidas.

    2/Pavilhão de Horticultura Este pavilhão apresentará a cultura hortícola do Japão, que floresceu durante o período Edo entre todas as classes sociais — de samurais a pessoas comuns — e que se desenvolveu até atingir um nível de excelência mundial. As raízes da sociedade circular japonesa serão apresentadas por meio de uma combinação de tecnologias digitais modernas e da exposição de plantas hortícolas tradicionais.

     

    7.A Green X Expo 2027 acontecerá na antiga instalação de comunicações Kamiseya. O local terá alguma destinação especial após o evento?

      Após o término da Green X Expo 2027, a maior parte do local do evento será transformada em um parque urbano municipal. Além disso, a cidade estabelecerá um Centro de Coordenação de Operações no local, responsável por coordenar e supervisionar unidades de apoio — como as Forças de Autodefesa, polícia e bombeiros — que se reúnem de todo o país em caso de desastres de grande escala. Em situações de grandes desastres, essas instalações funcionarão como um centro regional de prevenção e resposta a desastres. O parque urbano servirá como área de mobilização para equipes de apoio e como centro logístico para armazenamento e distribuição de suprimentos de emergência para centros de evacuação.

      Além disso, parte da área está planejada para se tornar um complexo multifuncional de atração turística, centrado em um parque temático desenvolvido por operadores do setor privado. O parque urbano, que ocupará a maior parte do terreno, passará por obras de infraestrutura antes da Expo e servirá como base do local do evento. Após a Expo, com base na filosofia e nas iniciativas da Green X Expo 2027, e considerando seu papel como centro de prevenção de desastres em grande escala, o parque será desenvolvido com os temas de “Meio Ambiente” e “Prevenção de Desastres”.

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      8.A infraestrutura que Yokohama está preparando para a Green x Expo trará alguma surpresa ou jardins especiais? Fale um pouco sobre isso.

      Yokohama participará em duas áreas da Green X Expo 2027: Urban GX Village e SATOYAMA Village. No primeiro, a cidade desenvolverá instalações onde os visitantes poderão experimentar novos estilos de vida ecologicamente sustentáveis e explorar o futuro da vida urbana apoiada por tecnologias ambientais de ponta. Em vez de transmitir mensagens unilaterais do governo, Yokohama vem promovendo o engajamento com cidadãos e empresas, antes mesmo da Expo. Durante os 192 dias de exposição, apresentaremos diversos conteúdos cocriados com diferentes parceiros, criando uma experiência única no estilo da cidade. Ao combinar as forças de cidadãos, empresas e governo, a cidade pretende criar conteúdos envolventes que encantem os visitantes.

      Na Satoyama Village, Yokohama criará canteiros e campos de flores que destacarão o charme da cidade por meio do uso de plantas cultivadas localmente. Além de inspirar os visitantes, diversos programas ambientais serão oferecidos sob perspectivas como “divertir e desafiar”, “tocar e sentir”, “experimentar juntos” e “aprender e descobrir”, incentivando maior interesse e participação em ações ambientais.

       

      9.Quantos países devem participar da Green x Expo? Além da troca de experiências e inovações entre os países, haverá um relatório final sobre o evento? Como isso ajudará outras nações?

      Até fevereiro de 2026, mais de 60 países e organizações internacionais manifestaram intenção de participar da Green X Expo 2027. Após o evento, será divulgada uma publicação oficial de registro do evento. Esse documento reunirá as diversas exposições e eventos realizados durante a Green X Expo 2027 e preservará, como legado, as discussões realizadas sobre o futuro da sociedade. Assim como os organizadores analisaram métodos operacionais de expos anteriores no Japão e no exterior, espera-se que esse registro oficial se torne uma referência valiosa para países que venham a sediar exposições no futuro, contribuindo para a comunidade internacional.

       

      10.Por fim, o que se espera que a Green x Expo traga para o mundo? Ela ajudará a sociedade a alcançar um futuro mais sustentável e feliz?

      Esperamos que as paisagens do futuro apresentadas na Expo se tornem parte da vida cotidiana, deixando um legado duradouro que inspire os participantes — e aqueles que decidirem agir — mesmo após o encerramento do evento. Hoje, a perda de biodiversidade, o colapso dos ecossistemas e os eventos climáticos extremos estão profundamente interligados, comprometendo as condições fundamentais necessárias para a sobrevivência sustentável da humanidade na Terra e aproximando-nos dos limites planetários. Acreditamos que o desafio de viver em harmonia com a natureza não deve ser visto como um problema de outras pessoas, mas como uma responsabilidade pessoal. As ações de cada indivíduo estão conectadas ao futuro.

      Ao colocar a palavra “Green” no nome Green X Expo 2027, expressamos nossa determinação de expandir a exposição hortícola além de seu formato tradicional, transformando-a em uma plataforma internacional que contribua para a Transformação Verde (GX) e para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os esforços para proteger o meio ambiente global não podem ser realizados por um único país. Avançaremos em conjunto com discussões internacionais — incluindo as realizadas na COP30 — para buscar a sustentabilidade em escala global.

       

      A colunista viajou a convite da Nomad, uma plataforma conhecida por tornar os serviços financeiros globais mais democráticos e acessíveis. O cartão Nomad é aceito em mais de 180 países para compras virtuais e presenciais e permite saques em caixas eletrônicos (ATMs). Além do cartão de débito, a fintech oferece opções de conta internacional (sem taxa de abertura nem taxa mensal de manutenção), chip e seguro viagem. Possui mais de 3,5 milhões de clientes ativos.

      JNTO: a Japan House (Av. Paulista, 52, São Paulo) oferece um serviço de consultoria de planejamento de viagens para aquele país de forma gratuita. O atendimento acontece aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h, por ordem de chegada.

      Siga também o perfil no Instagram @omundodesofia_cerqueira Com o olhar cultivado em redações por mais de 30 anos, convido você a viajar pelo mundo, por aqui. Nesse amplo e diversificado roteiro, cabem um destino encantador, uma suíte especial, uma experiência única, uma curiosidade do setor e tudo mais que possa instigar quem está de malas prontas ou sonha em pôr o pé na estrada. 

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