APURAÇÃO DAS ELEIÇÕES 2022

ASSINE VEJA NEGÓCIOS
Imagem Blog

Radar Econômico

Por Machado da Costa Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças

O custo da barbárie e que sai do nosso bolso

Assista hoje no programa Mercado

Por Veruska Costa Donato 6 mar 2026, 06h57
O custo da barbárie e que sai do nosso bolso Priorize VEJA no Google

Esta coluna e o programa Mercado são calcados em dados, pesquisas e percepções econômicas. Hoje, porém, abro espaço para juntar o DNA do que produzimos aqui para discutir um assunto que ainda parece inacreditável: a violência contra a mulher. Para colocar todos na mesma página, vale começar pelos números. No Brasil, 18,6 milhões de mulheres sofreram algum tipo de violência em apenas um ano, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em outras palavras, 1 em cada 4 brasileiras relata ter sido vítima de agressão física, psicológica ou sexual.

O impacto desse fenômeno não fica restrito ao drama social — ele aparece com força na economia. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e do Instituto Maria da Penha estimam que a violência doméstica provoque prejuízos próximos de R$ 50 bilhões por ano no Brasil. Esse dinheiro evapora em gastos com saúde, segurança pública e Justiça, além de perdas de produtividade no mercado de trabalho, afastamentos e redução de renda das vítimas.

No mundo, a conta é ainda mais impressionante. Estimativas da ONU Mulheres indicam que a violência contra mulheres e meninas custa cerca de US$ 1,5 trilhão por ano, algo próximo de 2% do PIB global. É um lembrete brutal de que a barbárie também destrói riqueza — e de que enfrentar esse problema não é apenas uma questão moral ou social, mas também econômica.

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em verde-limão O MÊS É DO CLIENTE. e em branco A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua.. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias com banner e produtos, e ao lado, uma árvore estilizada em verde-limãoMão segurando um smartphone com aplicativo de notícias exibindo manchetes e produtos, ao lado do texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).