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Dinheiro na conta

Andrea Haas, a mulher de Henrique Pizzolato, está compreensivelmente nervosa. O marido mensaleiro está preso na Itália. Talvez por isso, no fim de semana soltou os cachorros para cima da imprensa, atacando a tudo e a todos.  Já em 2005, depois do depoimento do marido na CPI dos Correios, Andrea cuspira fogo Ao fim de […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 fev 2014, 06h01 | Atualizado em 31 jul 2020, 04h29
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A mulher do Pizzolato

Andrea Haas, a mulher de Henrique Pizzolato, está compreensivelmente nervosa. O marido mensaleiro está preso na Itália. Talvez por isso, no fim de semana soltou os cachorros para cima da imprensa, atacando a tudo e a todos.  Já em 2005, depois do depoimento do marido na CPI dos Correios, Andrea cuspira fogo

Ao fim de seu depoimento à CPI, sua mulher, Andréa Haas, irritada, ameaçou:

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— O PT vai pagar o que fez com ele.

Beleza. Mas Andrea também deve explicações. Quais? Não custa reproduzir uma informação publicada pelo Radar em 2005. Ei-la:

“A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), presidida por Ary Graça, depositou em fevereiro 6 000 reais na conta da arquiteta Andréa. E daí? Bem, Andréa é mulher de Henrique Pizzolato, diretor de marketing do Banco do Brasil, que, veja só que coincidência, é patrocinador da CBV – o BB dá 30 milhões de reais por ano ao vôlei.

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Pizzolato diz que não entendeu o depósito. E garante ter provas da devolução do dinheiro. Graça, por sua vez, nega qualquer depósito. Segundo ele, Andréa deu-lhe apenas alguns conselhos técnicos quando o centro de treinamento da CBV foi construído: “Mas nunca remunerei Andréa, uma mulher muito distinta”. As versões são conflitantes.

E as perguntas ficam no ar. Por que Pizzolato, no cargo graças ao ministro Luiz Gushiken, se calou por tanto tempo diante do depósito? E por que Graça não reconhece o depósito que Pizzolato confirma?”.

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