Veterano de filmes de ação de Hollywood, Steven Seagal, 74 anos, quase não aparece mais desde que, há uma década, recebeu cidadania russa do próprio Vladimir Putin. Eis que nesses últimos dias ele, que mora nos arredores de Moscou, foi visto papeando bem à vontade com líderes locais no Fórum Econômico de São Petersburgo. Nomeado representante do Uma Rússia Justa, partido pró-Kremlin do qual é uma espécie de relações-públicas, não tem por ora nada na agenda artística. Sua mais recente contribuição na área foi o documentário Em Nome da Justiça, exibido na plataforma estatal Smotrim, no qual visita territórios ocupados na Ucrânia. “Se necessário, é preciso morrer por Putin”, defende em cena, sem deixar dúvida de que lado da história está.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Tatiana Moura
Publicado em VEJA de 12 de junho de 2026, edição nº 2999
(Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente)







