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O que esperar da primeira noite de desfiles do Carnaval carioca

Quatro escolas irão passar pela Marquês de Sapucaí, neste domingo, 15

Por Giovanna Fraguito 15 fev 2026, 09h00

Os desfiles da Sapucaí de 2026 confirmam a força das homenagens como enredo. Das 12 escolas do Grupo Especial do Rio de Janeiro, oito desfilam exaltando personagens, desde o presidente Lula (Acadêmicos de Niterói) até o líder religioso Custódio do Bará (Portela), passando pelo Mestre Sacaca (Mangueira). 

A primeira a passar pela Avenida é a estreante no grupo, Acadêmicos de Niterói, que venceu na Série Ouro em 2025. Com o enredo Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil, do carnavalesco Tiago Martins, a escola apresenta desde a infância do presidente Lula, a vinda para São Paulo (num pau-de-arara), a luta sindical e a carreira política. Ele vai acompanhar o desfile do camarote da prefeitura do Rio, ao lado do prefeito Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo do estado. No chão, desfilam um grupo de políticos no mesmo carro de Janja. Entre eles: Margareth Menezes, ministra da Cultura, e Sonia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas. 

A segunda escola da noite é a Imperatriz Leopoldinense, com o enredo Camaleônico, do carnavalesco Leandro Vieira, inspirado na figura performática de Ney Matogrosso. Ele já levou o título por carnavalizar Maria Bethânia, em 2016, na Mangueira. Agora, propõe um retrato da multiplicidade artística e performática do cantor. A escola revisita sucessos como Sangue Latino, Rosa de Hiroshima, O Vira, Homem com H e Metamorfose Ambulante. A frente da bateria, a cantora Iza, e ao longo dos setores amigos de Ney, como Luiz Fernando Guimarães e Maitê Proença.

Em seguida, mais uma homenagem. A Portela desfila a trajetória de Custódio Joaquim de Almeida, o príncipe do Bará, líder africano que se estabeleceu em Porto Alegre. O enredo O Mistério do Príncipe do Bará — A oração do negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande, do carnavalesco André Rodrigues, vai abordar o legado religioso, cultural e político do personagem, ressaltando a presença negra no Sul do Brasil e o sincretismo entre religiões de matriz africana e tradições populares. Destaque para a rainha da bateria Bianca Monteiro que completa dez anos de reinado.

Para finalizar a primeira noite, a Mangueira, com o carnavalesco Sidnei França, enaltece as tradições afro-indígenas com o enredo Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra.  Mestre Sacaca (Raimundo dos Santos Souza) foi curandeiro e defensor dos povos da floresta. Referência dos saberes afro-indígenas no Amapá, ele se destacou pelo conhecimento sobre ervas, raízes e seivas amazônicas, usadas no tratamento de doenças e no cuidado comunitário.

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