Quanto vale a obra de Monet que bateu recorde na França
Pintura fazia parte de uma coleção particular e era, até então, praticamente desconhecida pelo público
Uma das últimas pinturas feitas por Claude Monet (1840-1926), Íris se tornou a obra de arte mais cara já vendida na França: na quinta-feira, 22, foi arrematado por 50 milhões de euros (R$ 282,5 milhões, na cotação atual) em Paris, em leilão organizado pela Sotheby’s.
Disputado, o quadro foi inicialmente avaliado entre 22 milhões e 30 milhões de euros (entre 130 milhões e 178 milhões de reais), “a maior estimativa já atribuída a uma pintura oferecida em leilão na França”, destacou a Sotheby’s na semana passada. A batalha entre compradores, por telefone, se estendeu por 45 minutos.
A obra tem 1,60 metro de altura por 1,80 metro de largura e era praticamente inédita para o público: parte de uma coleção privada da família Schlumberger, só era conhecida, até então, por uma foto em preto e branco. Segundo a casa de leilões, Jeanne Schlumberger adquirira a pintura diretamente da família do pintor.
Ainda na quinta, a Sotheby’s leiloou outras três obras do impressionista francês, entre elas Salgueiro-Chorão, vendida por 9,6 milhões de euros (R$ 54,2 milhões), e O Sena em Vernon, por 4,2 milhões (R$ 23,7 milhões). Outro leilão foi organizado no mesmo dia pela Christie’s, com dois quadros de Monet: Bord des falaises à Pourville, vendido por 12,7 milhões de euros (R$ 72 milhões), e Trois pots de tulipes, por 3,1 milhões de euros (R$ 17,5 milhões).
(Com AFP)






