‘João Gilberto é gênio e Anitta, gostosa’: jogo rápido da MPB com Rildo Hora
Aos 87 anos, maestro e compositor é o convidado do programa semanal da coluna GENTE
Rildo Hora, 87 anos, um dos mais importantes instrumentistas e produtores da música brasileira, é o convidado do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube, no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku). Quase ao fim da conversa, ele topou o desafio de tentar resumir em poucas palavras, num jogo rápido, o que pensa sobre alguns dos nomes que fizeram história da MPB.
(Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente)
- Beth Carvalho. “Tenho muita saudade das brigas constantes que eu tinha com ela. Muita briga. Adorava brigar com ela. Ela cantou muito para a gente não deixar o samba morrer”.
- Candeia. “Gênio”.
- Zeca Pagodinho. “Boa praça, pessoa de muito fácil convivência. Foi fácil trabalhar com ele. Ele tem um negócio que eu chamo de ‘lucidez dos loucos’. Aquela loucura dele é muito interessante”.
- Paulo da Portela. “Pioneiro, é um grande benfeitor da humanidade. Quer dizer, no sentido figurado, do samba, já que foi um dos fundadores da Portela”.
- Martinho da Vila. “Gênio da simplicidade, faz uma melodia muito parecida com aquela coisa dos repentistas nordestinos”.
- Nelson Cavaquinho. “A palavra agora é especial. É um cara especial dentro do samba, dentro da cultura brasileira”.
- João Gilberto. “É um dos meus ídolos, mais um gênio da música. Criador de um estilo de tocar violão que todo mundo faz hoje, sem saber. Todo mundo toca violão como João tocava. Foi um criador de estilo.
- Dorival Caymmi. “Ah, esse é súdito de Deus”.
- Cartola. “É outro especial, gênio também. E boa praça, hein?”.
- Anitta. “Muito gostosa” (risos).







