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A movimentação do mercado diante da redução da Selic pelo Banco Central

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Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 mar 2026, 19h07 | Atualizado em 18 mar 2026, 19h10
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O Comitê de Política Monetária do Banco Central divulgou a decisão sobre a taxa básica de juros. O mercado mantinha uma expectativa de corte de 0,25 ponto percentual – o que, de fato, aconteceu. À espera pelo anúncio do Copom, a bolsa de valores brasileira fechou em baixa de 0,43%, perdendo os 180 mil pontos. Já o dólar fechou em alta de 0,90%, a 5 reais e 24 centavos, influenciado pela decisão do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, de manter a taxa básica de juros no intervalo de 3,5% a 3,75%. O FED projetou apenas um corte nos juros este ano e não descartou ajustar a política monetária caso a guerra no Irã dificulte o cumprimento da meta de inflação.

E falando sobre o conflito no Oriente Médio, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que a organização está avaliando a “melhor forma” de reabrir o Estreito de Ormuz. A declaração veio um dia após o presidente americano, Donald Trump, acusar países da organização de cometer “um erro muito estúpido” ao recusarem a ajudar os Estados Unidos a garantir a segurança da rota estratégica. O Estreito de Ormuz foi parcialmente bloqueado pelo Irã. Para desobstruir a passagem, Trump tem insistido que países aliados enviem navios de guerra para escoltar os petroleiros que trafegam pela região. Mas, até agora, todos se negaram.

Aqui no Brasil, diante do risco de uma greve nacional de caminhoneiros — descontentes com a disparada do preço do diesel, o governo anunciou medidas para garantir o cumprimento do piso do frete. A principal delas impede que empresas que costumam desrespeitar a tabela continuem contratando fretes. O ministro dos Transportes, Renan Filho, detalhou a medida.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, atendeu a um pedido da Polícia Federal e prorrogou por 60 dias o inquérito que investiga fraudes envolvendo o Banco Master. André Mendonça também é relator do pedido de prorrogação da CPMI do INSS. O vice-presidente da comissão, deputado Duarte Júnior, disse, em entrevista ao Ponto de Vista, que está confiante em uma decisão favorável porque, segundo ele, a CPMI já apresentou resultados e precisa de mais tempo para as investigações.

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