O que muda com a aprovação da reforma trabalhista
Projeto aprovado no Senado nesta terça-feira depende apenas da sanção de Michel Temer para entrar em vigor; alterações passam a valer em 4 meses
O projeto que altera a reforma trabalhista aprovado no Senado nesta terça-feira altera mais de cem pontos da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), publicada em 1943. O eixo central da proposta é permitir que as negociações entre empresas e empregados, ou entre sindicatos e empregados, tenham valor legal, o chamado “acordado sobre o legislado”.
Para os críticos da reforma, essa liberalidade permitirá negociações que reduzem direitos dos trabalhadores. Já os defensores da reforma trabalhista alegam que ela atualiza uma legislação envelhecida e protecionista, abrindo caminho para um ambiente de maior geração de empregos.
Além de dar força para as negociações, a reforma permite altera limites já estabelecidos, como duração de contratos temporários, trabalho autônomos e atuação dos sindicatos, além de criar novas regulamentações – para home office e trabalho intermitente.
Especialistas contrários à proposta dizem que o espaço maior para a negociação, na verdade, desprotegerá o trabalhador, e apontam que as mudanças na lei também vão restringir o acesso a repara��ões através da Justiça do Trabalho.
O texto, encaminhado ao Congresso no início do ano, ainda vai para sanção do presidente Michel Temer antes de ser publicado e entrar em vigor. As mudanças começam a valer quatro meses após a publicação no Diário Oficial da União.
[abril-veja-tambem]W3smI3gyMjtpZCYjeDIyOzoyMTI5NzQ2LCYjeDIyO3RpdGxlJiN4MjI7OiYjeDIyO1RlbWVyIHNhbmNpb25hIHJlZm9ybWEgdHJhYmFsaGlzdGEgc2VtIGZhbGFyIGVtIHZldG9zJiN4MjI7fSx7JiN4MjI7aWQmI3gyMjs6MjEyNzgwNywmI3gyMjt0aXRsZSYjeDIyOzomI3gyMjtDb21vIGEgcmVmb3JtYSB0cmFiYWxoaXN0YSBhbHRlcmEgbmVnb2NpYSYjeEU3OyYjeEY1O2VzIGNvbSBwYXRyJiN4RjU7ZXMmI3gyMjt9LHsmI3gyMjtpZCYjeDIyOzoyMTI2NzU4LCYjeDIyO3RpdGxlJiN4MjI7OiYjeDIyO1JlZm9ybWEgdHJhYmFsaGlzdGE6IG8gcXVlIG11ZGEgY29tIG8gZGVzY2Fuc28gbm8gZmVyaWFkbyYjeDIyO30seyYjeDIyO3RpdGxlJiN4MjI7OiYjeDIyO0Fjb21wYW5oZSBhcyAmI3hGQTtsdGltYXMgbm90JiN4RUQ7Y2lhcyBkZSBWRUpBJiN4MjI7LCYjeDIyO2xpbmsmI3gyMjs6JiN4MjI7dmVqYS5hYnJpbC5jb20uYnIvdWx0aW1hcy1ub3RpY2lhcy8mI3gyMjssJiN4MjI7aGVhZGluZyYjeDIyOzomI3gyMjsmI3gyMjssJiN4MjI7aGVhZGluZy1saW5rJiN4MjI7OiYjeDIyOyYjeDIyO31d[/abril-veja-tambem]
A seguir, as principais mudanças da lei trabalhista, segundo especialistas consultados por VEJA:
[abril-veja-tambem]W3smI3gyMjt0aXRsZSYjeDIyOzomI3gyMjtSZWZvcm1hIHRyYWJhbGhpc3RhICYjeEU5OyBwJiN4RTk7c3NpbWEgcGFyYSB2b2MmI3hFQTs/IFZlamEgcHJpbmNpcGFsIG11ZGFuJiN4RTc7YSYjeDIyOywmI3gyMjtsaW5rJiN4MjI7OiYjeDIyO2h0dHA6Ly9leGFtZS5hYnJpbC5jb20uYnIvY2FycmVpcmEvcmVmb3JtYS10cmFiYWxoaXN0YS1lLXBlc3NpbWEtcGFyYS12b2NlLXZlamEtcHJpbmNpcGFsLW11ZGFuY2EvJiN4MjI7LCYjeDIyO2hlYWRpbmcmI3gyMjs6JiN4MjI7JiN4MjI7LCYjeDIyO2hlYWRpbmctbGluayYjeDIyOzomI3gyMjsmI3gyMjt9XQ==[/abril-veja-tambem]







