Melhor da semana: a Copa mais democrática da história da TV
A pulverização das transmissões permite que o torcedor escolha entre emissoras e outras plataformas
A Copa do Mundo de 2026 começou com um ganho para o torcedor: em vez de uma transmissão centralizada em poucos canais, o Mundial se espalhou pela TV aberta, TV paga, streaming e YouTube. A Globo segue com peso de tradição, o SBT voltou ao jogo, o Sportv mantém a cobertura para assinantes, e a CazéTV aparece como símbolo mais evidente da virada digital, com todos os 104 jogos do torneio.
A mudança não nasceu agora. Em 2022, a CazéTV já havia testado uma nova linguagem na Copa do Catar, com transmissões digitais, tom informal e forte apelo entre o público mais jovem. Mas, em 2026, a pulverização ganhou outra escala. A plataforma de Casimiro Miguel passou a exibir todas as partidas, enquanto Globo e SBT dividiram espaço na TV aberta, e outras frentes, como Globoplay, GE TV e N Sports, ampliaram as opções para o público. A Copa de 2026 reforça um movimento presente em outras áreas: o Mundial deixou de caber em uma única tela.
Quem ganha com isso? O telespectador, claro, que agora tem mais opções para vibrar, torcer e sofrer pelas seleções que disputam a Copa.
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