Raphinha assume responsabilidade no grupo e revela: ‘Senti mais pressão em 2022’
Atacante vai para sua segunda Copa do Mundo com mais experiência pelo clube e seleção
Raphinha admitiu ter sentido mais pressão como novato na Copa do Mundo de 2022 do que nas vésperas do seu segundo Mundial pela seleção brasileira. O atacante do Barcelona é um dos 15 remanescentes do torneio no Catar e considera que pode ser decisivo na Copa, dividindo a responsabilidade com companheiros mais experientes.
“Eu acho que senti mais pressão na Copa de 2022 do que nesta. Porque me vendo com os olhos de hoje, na Copa de 2022, eu cheguei muito imaturo”, revelou Raphinha.
“Não só na seleção, no Barcelona eu tava chegando, estava em um período de adaptação. Na seleção, eu estava jogando, mas mesmo assim, sentia que não estava totalmente adaptado com a seleção brasileira, com o que é vestir a camisa da seleção brasileira.”
O jogador saiu cedo do Brasil, aos 20 anos, da base do Avaí para o Vitória Guimarães, hoje na terceira divisão de Portugal. Chamou a atenção do Sporting, depois foi para o Leeds na Inglaterra, e, desde 2022, defende o Barcelona.
Pelo clube catalão, viveu a melhor temporada da carreira em 2024/25. Na premiação da Bola de Ouro do ano passado, da revista France Football, ficou em quinto lugar por sua temporada com a Tríplice Coroa espanhola conquistada no clube, com 34 gols, 22 assistências em 57 partidas.
Na seleção, fez 39 jogos, e 11 gols na carreira, mas participou de apenas seis dos 12 jogos comandados por Ancelotti em seu primeiro ano de comando por conta de lesões. Ainda cobrado pela diferença de atuação no clube e na equipe nacional, o jogador se considera mais pronto para o Mundial deste ano.
“Na Copa de agora, me sinto mais preparado pelo meu momento no clube, me sinto mais preparado por entender o meu momento na seleção, meu lugar na seleção”.
O jogador concordou quando questionado sobre ter mais responsabilidade na seleção por conta das experiências que viveu dentro do futebol.
“A gente tem que saber a responsabilidade de cada um carrega individualmente, dentro dos seus clubes e trazer aquilo para dentro da seleção. Tem vários jogadores muito experientes, até mesmo o Vini, que não tem muita idade, mas pela experiência dele no futebol, as conquistas dele no futebol, é uma pessoa que pode resolver um jogo de Copa do Mundo, é uma pessoa que pode ajudar a gente a trazer o hexa. E eu também me incluo nisso, eu, Vini e outros jogadores que tem uma experiência no futebol que podem resolver uma Copa. Então, o fato da gente entender isso, o momento que a gente vive na nossa carreira, o peso que a gente carrega vai ser muito importante para a gente chegar e resolver os jogos.”
Confira a programação de jogos do Brasil
- 13/06, 19h – Brasil x Marrocos (Nova Jersey, EUA)
- 19/06, 22h – Brasil x Haiti (Filadélfia, EUA)
- 24/06, 19h – Brasil x Escócia (Miami, EUA)
EM UM SÓ LUGAR






![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.](https://beta-develop.veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif?quality=70&strip=info)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito](https://beta-develop.veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif?quality=70&strip=info)