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Moro destaca crescimento do PL no Paraná e contesta debandada de prefeitos

Senador, que é favorito ao governo do estado, diz que bancadas de deputados cresceram após a sua chegada à legenda

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 abr 2026, 10h47

O senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou nesta segunda-feira, 6, que o diretório estadual do seu novo partido cresceu desde a sua filiação e contestou os relatos de que teria ocorrido umadebandada de prefeitos da legenda para outras siglas por políticos que não se identificariam com ele. Como apontado por VEJA, sete prefeitos se desfiliaram do partido no estado.

“O PL-PR mais do que dobrou de tamanho na janela partidária e com a nossa chegada ao partido. Agora temos um senador (este que vos escreve), quatro deputados federais (eram dois) e doze deputados estaduais (eram cinco). E o novo presidente estadual é o deputado Filipe Barros, um dos líderes da oposição ao Lula na Câmara, é nosso pré-candidato a senador junto com Deltan Dallagnol, do Novo. Flávio Bolsonaro para a Presidência, o único que pode derrotar Lula. Trabalharemos, todos, para que Flávio ganhe por uma ampla margem no Paraná. Querem mais? Esperem para ver a força do PL-PR após as eleições. Essa é a resposta aos adversários que plantaram a fake news da ‘debandada'”, escreveu Moro.

Após sua filiação ao PL, Moro, que já liderava as pesquisas de intenção de voto para o governo do Paraná, passou a aparecer com chances de vitória no primeiro turno. Segundo levantamento do instituto AtlasIntel, ele lidera, agora, todos os cenários de primeiro e segundo turno no estado.

No embalo da publicação, Moro ainda convidou mais pessoas a se filiarem à legenda, destacando que só não vão aceitar “petista ou bandido”. “Venha conosco para este novo projeto de Brasil. Venha fazer parte da Fortaleza Paraná! Filie-se ao PL-PR. Só não aceitamos petista ou bandido!”, escreveu.

A polêmica em torno da filiação de Moro ao PL se dá pela controvérsia de sua nova aproximação ao bolsonarismo, visto que ele chegou a ser ministro do ex-presidente Jair Bolsonaro, se opôs ao comando de sua gestão e deixou o governo fazendo duras críticas ao mandatário.

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