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O que Flávio Bolsonaro conversou com Benjamin Netanyahu em Israel

Ele e o irmão Eduardo estão em Jerusalém em busca de apoio da direita internacional

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 jan 2026, 11h44

Pré-candidato à presidente, Flávio Bolsonaro (PL) encontrou na segunda-feira, 26 o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em viagem ao país. Na companhia do irmão Eduardo Bolsonaro, ele afirma que se comprometeu a transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, movimento iniciado pelo seu pai, Jair Bolsonaro. Esse foi um dos temas, segundo ele, tratados com o primeiro-ministro no primeiro dia da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo.

Com a sua ida a Israel, o senador tenta conquistar apoio da direita internacional e passar uma imagem no Brasil de estadista. No evento em Jersualém, ele chamou o presidente Lula de “simpatizante de terroristas”.  “Uma grande honra ser recebido por ele, mesmo num momento tão delicado na região e com sua agenda altamente ocupada pelas tensões locais. Tive oportunidade de reafirmar que o atual presidente do Brasil, ao se colocar como simpatizante de terroristas, não fala pela maioria do povo brasileiro”, diz ele sobre a conversa com Netanyahu. Em agosto do ano passado, o assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim, informou que a autorização diplomática não foi concedida ao diplomata Gali Dagan em reação à “humilhção pública” sofrida pelo embaixador brasileiro em Tel Aviv, Frederico Meyer, ao ser chamado a dar explicações sobre declaração de Lula comparando a guerra em Gaza ao Holocausto.

Flávio Bolsonaro e o irmão foram convidados para a conferência pelo ministro da Diáspora e Combate ao Antissemitismo, Amichai Chikli. “Também me comprometi a retomar integralmente as relações comerciais com Israel a partir de 2027, já que praticamente todas foram suspensas por questões ideológicas pelo governo brasileiro. Nem mesmo o agreement do indicado a embaixador israelense para o Brasil foi aceito por Lula”, declarou, já fazendo promessas de campanha: “Ainda em 2027 a embaixada será transferida para a capital do país, que é Jerusalém”.

Ao lado da mulher, Fernanda, entregou um presente do ex-presidente Bolsonaro ao primeiro-ministro: uma camisa do Palmeiras.

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