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Anvisa proíbe ‘canetas emagrecedoras’ irregulares; veja lista

Vários dos itens afirmavam conter retatrutida na composição, mas molécula ainda não foi aprovada em nenhum lugar no mundo

Por Camila Mazzotto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 out 2026, 15h00 | Atualizado em 14 out 2026, 15h07
Anvisa proíbe ‘canetas emagrecedoras’ irregulares; veja lista Priorize VEJA no Google

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de diversas “canetas emagrecedoras” irregulares que afirmavam conter tirzepatida e retratutida.

A retratutida, porém, é uma molécula experimental que ainda está em fase de testes e, por isso, ainda não existe nenhum medicamento com a substância aprovado para venda comercial no mundo.

Segundo a resolução, publicada no Diário Oficial da União, os itens eram comercializados online sem registro sanitário. Veja abaixo a lista dos produtos atingidos pela medida:

  • Produtos à venda no site https://zyntrashop.site, entre eles Retatrutida, Tirzepatida e Selank;
  • Produtos Retatrutude 120 mg, Caneta Retatrutide 60 mg, Tirzepatide 150mg e Caneta Tirzepatide 75 mg, oferecidos no endereço https://www.zphcstore.com.br/, sob responsabilidade da empresa ZPH Contabilidade S/C Ltda;
  • Produtos com tirzepatida e retatrutida, sem o devido registro, comercializados por meio do endereço eletrônico https://peptideosdobrasil.com.br/;
  • Itens vendidos por meio do site oxygenkwpharmabrasil, entre eles produtos injetáveis e peptídeos, incluindo Retagen 40 mg (retatrutida), BPC-157, GHH-CU e TB-500.
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Produtos de origem desconhecida

Na mesma resolução, a agência proibiu ainda os seguintes produtos anunciados e vendidos por uma empresa de origem desconhecida:

  • Retatrutida e outros;
  • NAD+ Liberty Pharma;
  • Retatrutida Liberty Pharma;
  • Glow GHK-Cu Liberty Pharma;
  • Tirzepatida Liberty Pharma;
  • GHK-Cu Liberty Pharma.
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Como saber se um medicamento é autorizado pela Anvisa

Um medicamento autorizado é aquele que possui registro sanitário ou outra forma de regularização válida concedida pela Anvisa. Na prática, isso significa que o produto passou pelas etapas de fiscalização do órgão e pode ser fabricado, importado, distribuído, vendido e utilizado dentro das condições aprovadas.

Esses remédios atendem aos pré-requisitos estabelecidos pela Anvisa para garantir qualidade, segurança e eficácia. Para verificar se um medicamento é autorizado pela Anvisa, basta acessar a página oficial Consultas Anvisa.

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Na caixa do remédio, busque pelo nome do produto ou número do CNPJ da empresa que fabricou o medicamento.

Se a plataforma indicar que seu status é “ativo” ou “válido”, o produto está regularizado, ou seja, é autorizado pela Anvisa. Já se estiver “inativo” ou “inválido”, significa que o medicamento não está regularizado e seu uso é proibido pela agência.

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