Oferta hexa: Assine por apenas 7,99

Índice de Redondeza Corporal: conheça o método mais preciso que o IMC

Medida que leva em conta gordura abdominal e altura pode prever melhor riscos cardiovasculares, sendo uma alternativa mais eficaz que o índice de massa corporal

Por Ligia Moraes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 out 2024, 15h57 | Atualizado em 8 out 2024, 22h51
Índice de Redondeza Corporal: conheça o método mais preciso que o IMC Priorizar nos meus resultados Google

Um estudo publicado no Journal of the American Heart Association revela que o Índice de Redondeza Corporal (BRI, na sigla em inglês) pode ser uma ferramenta mais eficaz do que o Índice de Massa Corporal (IMC) para prever o risco de doenças cardiovasculares. O BRI, que combina circunferência abdominal e altura para medir a gordura visceral, mostrou-se mais preciso na detecção de riscos cardíacos em comparação com o IMC, que avalia apenas o peso em relação à altura.

O trabalho acompanhou quase 10 mil adultos com mais de 45 anos na China entre 2011 e 2020 e concluiu que pessoas com níveis mais altos de BRI apresentaram até 163% mais chances de desenvolver problemas cardiovasculares. Mesmo considerando outros fatores de risco, como idade e histórico médico, a associação entre altos níveis de BRI e maior risco de ataques cardíacos e derrames permaneceu significativa.

O que é o Índice de Redondeza Corporal (BRI)?

O BRI é uma medida que avalia o formato do corpo, levando em consideração a circunferência da cintura e a altura para calcular a gordura visceral — a gordura que se acumula ao redor dos órgãos no abdômen, como o fígado, os rins e o pâncreas. Essa gordura é a que mais contribui para problemas de saúde graves, como doenças cardíacas, hipertensão e diabetes.

O IMC, por sua vez, não diferencia massa muscular de gordura, nem considera onde a gordura está concentrada, o que pode levar a diagnósticos menos precisos. Por exemplo, uma pessoa com musculatura desenvolvida pode ser considerada com sobrepeso pelo IMC, mesmo com baixos níveis de gordura visceral.

O que os pesquisadores sugerem com base nas descobertas?

Os autores do estudo recomendam que o BRI seja usado como uma ferramenta complementar nas avaliações de risco cardiovascular. Eles sugerem que a incorporação do BRI nas rotinas médicas poderia melhorar a detecção precoce de pessoas com maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas. Isso seria particularmente útil para adultos de meia-idade e idosos, grupos mais vulneráveis a esses problemas de saúde.

Continua após a publicidade

Além disso, os pesquisadores indicam que o acompanhamento contínuo do BRI ao longo dos anos pode ser uma maneira eficiente de monitorar o aumento gradual do risco cardiovascular, permitindo intervenções preventivas mais eficazes. Com isso, mudanças no estilo de vida, como dietas saudáveis e prática de exercícios, poderiam ser implementadas antes que o quadro se agrave.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil e bola no campo, e um jogador de camisa amarela comemorando. À direita, capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas flutuando sobre fundo verde escuroTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, comemora com os braços erguidos em um estádio de futebol lotado, sob um céu verde-azulado. Uma bola de futebol com a bandeira do Brasil está no campo. À direita, um fundo verde escuro com um pequeno ícone de árvore branca no canto inferior direito
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 29% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00) + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 39,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).