Oferta hexa: Assine por apenas 7,99

Planos de saúde: reajuste máximo para 2026 é o mais baixo já definido, diz ANS

Índice de até 5,11% poderá ser aplicado em planos de saúde individuais e familiares; apenas na pandemia houve reajuste negativo

Por Paula Felix Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 29 Maio 2026, 14h13 | Atualizado em 1 jun 2026, 11h39
Planos de saúde: reajuste máximo para 2026 é o mais baixo já definido, diz ANS Priorizar nos meus resultados Google

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu em reunião nesta sexta-feira, 29, que o reajuste máximo dos planos de saúde individuais e familiares será de 5,11%, índice mais baixo definido pela agência na análise que não considera o reajuste negativo aplicado em 2021 em função da pandemia de covid-19.

Segundo a agência, o teto de reajuste poderá atingir 7,7 milhões de beneficiários, o que corresponde a 14,5% dos 52,9 milhões usuários de assistência médica privada. O percentual é válido para contratos firmados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/1998.

“Esse é o reajuste mais baixo já definido pela ANS, o que traz alívio para o cidadão que se esforça para manter um plano de saúde para sua família. Nosso objetivo é sempre buscar o equilíbrio, garantindo a sustentabilidade do setor e a capacidade de pagamento dos beneficiários”, afirmou, em nota, o diretor-presidente da ANS, Wadih Damous. O percentual será publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Em 2021, o índice foi negativo por causa da redução do uso dos serviços de saúde no período de isolamento social da covid-19, que resultou na queda dos custos das operadoras.

A ANS informou que houve um aumento de 8,32% nas despesas assistenciais per capita nos planos individuais regulamentados em 2025 na comparação com 2024.

Continua após a publicidade

“Essa variação observada nos custos assistenciais reflete o aumento dos preços dos serviços e insumos de saúde, bem como aumento no padrão de consumo de serviços de saúde associado a fatores como mudanças no perfil etário dos consumidores e incorporações no rol de procedimentos da saúde suplementar”, informou, em nota.

Como funciona o cálculo do reajuste

Desde 2019, o órgão utiliza a metodologia de combinar o Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA), que tem peso de 80%, e a variação das despesas com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) com o desconto do subitem “plano de saúde”, cujo peso é de 20%.

O valor do serviço sofre variações por ser impactado ainda pela inflação e por fatores como alterações na frequência de uso do benefício, como altas e quedas, e custos com insumos e equipamentos médicos.

Continua após a publicidade

De acordo com a ANS, a fórmula do IVDA considera três fatores: a Variação das Despesas Assistenciais (VDA), a Variação da Receita por Faixa Etária (VFE) e o Fator de Ganhos de Eficiência (FGE).

“O resultado é reflexo de uma metodologia baseada no comportamento do setor, considerando tanto o aumento dos custos assistenciais quanto a frequência de utilização dos serviços. A fórmula evita aumentos excessivos para o consumidor e, ao mesmo tempo, garante que os planos continuem oferecendo atendimento de qualidade e de forma sustentável”, explica Lenise Secchin, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Estádio de futebol lotado com bandeira do Brasil e bola no campo, e um jogador de camisa amarela comemorando. À direita, capas de revistas Veja, Super, Viagem e Quatro Rodas flutuando sobre fundo verde escuroTorcedor de costas, vestindo camisa amarela, comemora com os braços erguidos em um estádio de futebol lotado, sob um céu verde-azulado. Uma bola de futebol com a bandeira do Brasil está no campo. À direita, um fundo verde escuro com um pequeno ícone de árvore branca no canto inferior direito
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 29% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00) + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 39,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).