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Três maneiras comprovadamente eficientes de torrar a gordura abdominal

Uma conjunção de fatores é essencial e também promove melhoras globais na saúde

Por Da Redação 20 jun 2025, 14h14 | Atualizado em 23 fev 2026, 10h35

A gordura abdominal costuma ser uma das principais fontes de insatisfação com o corpo, mas também é um forte indicador de que a saúde pode não estar indo tão bem. Embora o Índice de Massa Corporal ainda seja uma das medidas mais utilizadas pelos médicos, estudos científicos mostram que a circunferência abdominal está fortemente associada a um maior risco de doenças crônicas. 

O acúmulo de gordura no corpo acontece por razões evolutivas: por muito tempo os humanos não tiveram alimentos disponíveis tão prontamente, então o armazenamento das calorias extras em forma de açúcar ou lipídeos foi uma maneira de garantir a sobrevivência. Para tentar se livrar desse excedente, algumas medidas são comprovadamente eficazes:

Repensar a dieta

Muitos fatores, genéticos e comportamentais, estão envolvidos na maior propensão a armazenar gordura, mas alguns deles podem ser modificáveis. Entre os principais, está a dieta. 

De maneira geral, o consumo de calorias excedentes é o principal fator que influencia o corpo a armazenar energia na forma de gordura, então diminuir o consumo é uma boa maneira de reduzir o peso extra. 

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Para isso, não basta pensar na quantidade de calorias, mas também na qualidade dos alimentos. Reduzir os ultraprocessados, por exemplo, é uma estratégia válida, já que esses alimentos costumam conter muitas calorias e poucos nutrientes – motivo pelo qual eles raramente promovem a saciedade. Aumentar a quantidade de proteínas e fibras, como carnes magras, frutas e vegetais, também é benéfico, já que eles são nutritivos, aumentam a saciedade e diminuem a absorção do açúcares e gorduras. 

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Nesse sentido, dietas como a mediterrânea ou o jejum intermitente podem ser benéficos, desde que acompanhados por um bom profissional.

Fazer exercícios

Uma maneira de diminuir o excesso de calorias é gastando mais. Uma diversidade de estudos científicos já mostrou que aumentar os exercícios sem modificar a dieta é uma maneira pouco efetiva de diminuir o peso e, consequentemente, a gordura acumulada. Unir os dois, contudo, pode ser bastante eficiente. 

Exercícios muito intensos podem dificultar a manutenção de dietas restritivas, mas começar aos poucos pode ajudar o corpo a se adaptar. E para isso, vale o dinamismo. Enquanto os aeróbicos ajudam a aumentar o metabolismo, os de força vão contribuir com o gasto ao mesmo tempo em que remodelam o corpo para tornar as gorduras “menos aparentes”. 

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Dormir melhor 

As pessoas raramente consideram a qualidade do sono quando pensam em peso ou em doenças metabólicas, mas o descanso é essencial. 

O sono ajuda o corpo a regular o ciclo circadiano, o que otimiza as funções vitais e o gasto de energia. Quem não dorme direito, como já ficou evidenciado em investigações científicas, tende a comer mais alimentos calóricos, têm menos controle da dieta e é menos propenso a se exercitar. 

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E essa é uma via de mão dupla. Enquanto o sono de qualidade favorece um melhor controle da saciedade e uma maior disposição para se exercitar, os exercícios e a boa alimentação promovem uma melhor regulação dos ciclos fisiológicos e, consequentemente, um sono mais revigorante. 

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