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‘Se a Débora tivesse roubado a Petrobras, já estaria livre hoje’, diz Moro

Senador criticou julgamento do STF que deve impor 14 anos de prisão para mulher que passou batom na estátua da Justiça

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 24 mar 2025, 19h14 - Publicado em 24 mar 2025, 19h09

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) criticou nesta segunda-feira o STF pela iminente condenação da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a 14 anos de prisão por ter pichado a estátua A Justiça, que fica em frente à sede do Supremo, em Brasília, durante os ataques golpistas do 8 de janeiro de 2023. Débora está presa há dois anos.

Ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Moro avaliou que a Corte está condenando os envolvidos no caso com penas desmedidas, e disse que “se Débora tivesse roubado a Petrobras, já estaria livre hoje”.

“Se a Débora, que é essa cabeleireira, tivesse roubado a Petrobras, ela estaria livre hoje. E o que eu tenho defendido é o seguinte: é a oportunidade que o Supremo tem para dar um passo para trás e ajustar as penas desses manifestantes do dia 8. Quando teve aquela invasão, destruição de patrimônio público, ninguém aplaudiu, todo mundo achou aquilo errado. Agora, quando o Supremo começa a dar lá 17 anos de prisão, 14 anos para essa Débora, para a Fátima de Tubarão, esse tratamento… ele perde a razão e acaba virando o vilão da história”, afirmou.

A declaração foi dada em entrevista ao Programa Pânico, da Jovem Pan. Na mesma ocasião, o parlamentar disse que as anulações de processos no âmbito da Lava Jato têm condão político, e não jurídico.

“São pessoas simples, eu visitei na prisão inclusive. São pessoas que se exaltaram, erraram. Mas 14 anos é cruel, eu acho uma crueldade. E gera esse contraste que você bem falou. Porque, e os ladrões do dinheiro público que estão sendo soltos por conta… para mim, é uma reviravolta política. Não tem nada de jurídico nessas anulações. Absolutamente ali discutível. E agora a gente está retrocedendo. O Brasil não quer ser isso. O Brasil não quer jogar uma cabeleireira que passou batom numa estátua 14 anos presa. E o Brasil não quer ver gente como Sérgio Cabral fazendo gracinha como influencer quando roubou metade do estado do Rio de Janeiro”, ressaltou.

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Placar no STF

Nesta segunda-feira, o ministro Luiz Fux, do STF, pediu vista e suspendeu a tramitação da ação penal que tem como ré a cabeleireira Débora Rodrigues. Ele tem até 90 dias para devolver o processo, mas isso não impede que outros ministros possam ir adiantando os seus votos, já que o julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma.

Até agora, dois ministros, o relator, Alexandre de Moraes, e Flávio Dino, haviam votado pela condenação dela a catorze anos de prisão. Devem votar ainda os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

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